
Agora ao jantar, estava eu com a minha mãe a relembrar-me dos meus tempos de infantário.
Que saudades!
Sempre a brincar sem preocupações e sempre com umas valentes feridas abertas nos joelhos ou nos cotovelos devido às piruetas que nem sempre corriam bem.
Era meia “Maria-rapaz” e detestava fitas, travessões ou totós no cabelo. Mas a minha mãe insistia repetidamente em pôr-me esses enfeites na cabeça, mesmo sabendo que não vinham para a minha cabeça com um “V” de volta, mas sim com um “D” de desaparecido.
As festinhas, as danças, a música e até o ballet! Mas que saudades que eu tenho.
Tudo mudou. Agora adoro tralha nos pulsos e nos dedos, ando uma preguiçosa para o desporto e quanto à música desliguei-me por completo. Mas tenho boas recordações desse tempo.
O mais estranho, é passar pelas educadoras e vê-las envelhecidas e mesmo assim passarem por mim e me sorrirem com um simultâneo “Olá Coelha! Como andas?”.
Tudo passa, tudo muda… Mas continuamos sempre, com a mesma identidade no papel.
Histeria das recordações
Que saudades!
Sempre a brincar sem preocupações e sempre com umas valentes feridas abertas nos joelhos ou nos cotovelos devido às piruetas que nem sempre corriam bem.
Era meia “Maria-rapaz” e detestava fitas, travessões ou totós no cabelo. Mas a minha mãe insistia repetidamente em pôr-me esses enfeites na cabeça, mesmo sabendo que não vinham para a minha cabeça com um “V” de volta, mas sim com um “D” de desaparecido.
As festinhas, as danças, a música e até o ballet! Mas que saudades que eu tenho.
Tudo mudou. Agora adoro tralha nos pulsos e nos dedos, ando uma preguiçosa para o desporto e quanto à música desliguei-me por completo. Mas tenho boas recordações desse tempo.
O mais estranho, é passar pelas educadoras e vê-las envelhecidas e mesmo assim passarem por mim e me sorrirem com um simultâneo “Olá Coelha! Como andas?”.
Tudo passa, tudo muda… Mas continuamos sempre, com a mesma identidade no papel.
Histeria das recordações
Coelha*
























