Às vezes tenho vontade de abraçar-te. Ficar agarrada a ti, para sempre! E viver contigo, tudo que paira na minha cabeça…


Coelha*

E pronto, mais uma vez fantástico. Tanto ele como ela. Gostei!

Coelha*

Eu sei, eu sei, que não devia. Mas esta, é mesmo digna de ser partilhada…

"Ó inginheiro...como se mede os pilares à escala 1/175? Esta escala é de Marrocos...num será melhor pedir um esclarecimento ao Dono de Obra?".

Coelha*

Amo a minha cidade. E digo-o vezes sem fim. Sinto-me bem a corrê-la de lés-a-lés. A descobrir todos os seus encantos ocultos.
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.

Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!

Histeria do meu coração

Coelha*

Há uma certa pessoa, que todos os dias me mira. E incomoda-me. Deixa-me assim a sentir-me parva. Irrita-me vá… Deixa-me desconfortável, assim de uma forma que não me agrada lá muito…

Resumindo, não dá para explicar…

Histeria da confusão feminina

Coelha*

Então o nosso Cristiano Ronaldo é pai? E apresenta a notícia, não querendo nos dizer quem é a progenitora, como se a cria fosse produção individual? Quanto dinheirinho, ele deu à mamã do seu rebento para pô-la afónica?

Ai Cris, Cris, não me digas que queres ser o Michael Jackson do futebol.
Ora se esta história se desse no mundo real, que é o nosso, o seu casamento com a bela da Irina estaria à beira de um precipício. Mas como estamos a falar do nosso Cris Ronaldo, que apesar de brejeiro, tem uma conta bancária, que ai Jesus!, tudo fica igual. Como se um filho sem progenitora caído do céu, fosse como um cano de esgoto arrebentado. Concerta-se, limpa-se a sujidade e está tudo resolvido.

É assim mesmo, és um exemplo a seguir.

Histeria da paternidade

Coelha*

Peço desculpa pela linguagem que vou utilizar no parágrafo abaixo.


Fico verdadeiramente fodida (leram bem), FODIDA!, por saber que vêm copiar as merdas que eu escrevo.
E pá, já disse isto aqui uma vez, as pessoas não têm personalidade, só sabem copiar os outros. E quando digo copiar, é copiar literalmente e textualmente.
Às vezes ando em blogues que são autênticos plágios uns dos outros. Assuntos iguais, maneiras de escrever iguais, até a imagem dos espaços é idêntica. Para piorar (se ainda parecia impossível), até usam expressões iguais!
Fico descrente deste povo português. Vocês deviam olhar para mim (não sendo exemplo em grande coisa), desde quando é que eu escrevo bem? Desde nunca. Mas o que escrevo, sai desta cachola que Deus me deu. Bem ou mal, tudo que escrevo está relacionado comigo e com a minha forma de ver as coisas.
Faço-o porque me sabe bem, e não para provar alguma coisa.
Ao menos copiem textos de grandes senhores/as da escrita, que escrevam verdadeiros artigos jornalísticos. E não por mim, que só escrevo coisas relacionadas COMIGO mesma, entendem?


E pronto, fico fodida. E se digo que fico fodida, fico mesmo, mesmo fodida!
Vou ter de pôr aqui um truquezinho, que não permite o copy/paste, que eu sei que é possível.
Vai ter que ser, porque eu não gosto de ser fodida sem a minha especial autorização. Pois é, eu sou assim… Fodida!

Histeria
do rachar crânios

Coelha*

E por falar em amizades. Sempre que fazemos uma saída só de gajas, conversamos bastante, e discutimos várias questões das nossas vidas. Questões particulares de cada uma, opinando sobre os assuntos até à exaustão.
E quando toca a falarmos de mim?, a história vai sempre parar ao mesmo. Então, elas tentam descodificar certas atitudes que eu tenho relativamente a certas pessoas e vice-versa.
Falam-me da vida de uma forma apaixonante, e das minhas próprias histórias como se fossem matéria para um verdadeiro romance.
Prevêem finais felizes, histórias de príncipes, lutas pela vida, romantismo e muito amor, suores apaixonantes e sentimentos camuflados pelo tempo, que no futuro se demonstram mais fortes e vigorosos.
Às vezes pouso a cabeça sobre as mãos e riu imenso com aquilo, e acho piada, visualizarem assim, o que conhecem das minhas próprias histórias.
Mas a verdade, e como já lhes disse, por norma tentamos entender a vida da forma que mais nos convém. Da forma mais bela e mais perfeita de acordo com o que acreditamos. Tentamos ver o positivismo das coisas que acontecem, procurando um sinal nas acções dos outros de acordo com as nossas vontades. Mas depois se pensarmos friamente nas coisas, vemos que há situações que acontecem porque sim. Não há nada para descodificar ou tentar entender. Acontecem e pronto. Não podemos passar a vida a tentar entender cada passo dos outros relativamente a nós e cada acontecimento da vida. Os chamados “sinais”.
As coisas acontecem, e se não há nada para além do visível das atitudes dos outros ou dos acontecimentos, não podemos passar o tempo a tentar entender o que não existe.
Às vezes pensamos demais, quando deveríamos ser mais práticos.

Quem quer estar connosco? Faz por isso, e não vai deixar de estar.
Quem gosta de nós? Diz-nos, e não tenta esconder por isto ou por aquilo.
Não estamos com alguém? É porque não sentimos vontade.
E por aí adiante.

Histeria do pensar demais

Coelha*

Hoje pus-me a pensar nas pessoas que ganhei e perdi na vida.
Quando falo em ganhar e perder, refiro-me àqueles com quem convivo e àqueles que perdi o contacto.
Posso dizer que já ganhei mais do que perdi… em qualidade. É giro pensar na quantidade de gente que já passou pelas nossas vidas, as quais que contemplávamos como amigas para a vida inteira, e que de um momento para o outro, já nem nos lembramos que existem.
Como estas coisas acontecem? As pessoas não seguem os mesmos caminhos. Há vários factores que afastam as pessoas. Como profissionais, estudantis, amorosos, familiares…
E as pessoas perdem-se pelo caminho, esquecem-se umas das outras com o tempo. E quando se encontram?, comportam-se como verdadeiros estranhos.
Isto aconteceu e continua a acontecer com todos nós. Mas isto faz-me pensar, muito sinceramente, que as pessoas que vão ficando são mesmo as verdadeiramente importantes. Aquelas que por um factor inexplicável (ou lá o que é), são compatíveis bem ou mal e precisam de nós tal como nós delas.
Então o tempo passa e ficamos a fazer contas… ao número de pessoas, que partilhou coisas connosco num dia, e no outro se foram. E daquelas que sempre estiveram por perto, bem ao mal.
São os amigos, são aqueles que nos seguem, são aqueles que partilham das mesmas histórias, aqueles que estão sempre por perto sem entendermos o porquê. Esses mesmos que quando estamos sós e descrentes da vida, são os primeiros de quem nos lembramos para chorar, ou para contar a bomba feliz da nossa vida.
Então, eu tenho visto, que ao longo dos anos tenho mesmo limado o meu disco rígido de amizades. Que se tem tornado cada vez mais puro e autêntico.

Tenho sorte, eu sei que tenho.

Histeria
da amizade pura

Coelha*

Um Gigantesco, Enorme, Bigalhaço e Gordo Beijinho para o Neisseria Gonorrhoeae!
Gosto muito de ti, sempre me seguiste nesta aventura que é a blogosfera e os teus palpites sempre foram importantes para mim =)
Não estava à espera deste miminho no teu blogue, mas quero que saibas que amei!


Mais uma vez, beijinhos! =')

Histeria da mimalhice

Coelha*


Ainda não tinha mostrado aqui esta coreografia que eu também amei.

Muita paixão, muito contacto físico, muita entrega!

Foi lindíssimo, e tornei a chorar. Este rapaz é um óptimo dançarino!

P.S: A música também é óptima!

Histeria da dança

Coelha*



Seus marotos, deviam todos levar um tau tau nesses rabiosques musculados, para aprenderem.
Andamos mais pobres, a um passo da banca rota, temos um Primeiro Ministro que roça a homossexualidade e um Presidente da República que está, vai não vai, a pular para a insanidade e o nosso Ronaldo, a nossa selecção!, não nos dá uns sorrisitos para enganarmos as tristezas?

Pronto… Foda-se!
E eu que me emociono tanto com o nosso hino e que choro e tudo.

O nosso Guarda-Redes, o Eduardo, é um fofinho. Mas só ele! E o Bruno Alves é um jeitoso, vá…

Histeria da Histeria não histérica do hábito do ser-se perdedor

Coelha*

you make me feel like a woman

Coelha*




A pedido de muitas famílias, vou-vos dar o prazer de lerem alguma poesia de andaime.
Vão ficar maravilhados com o poder de engate, com a subtileza e a elegância das palavras ditas por estes eternos românticos.

A Rima Rica


Recorrendo a uma das figuras de estilo mais enraizadas nas obras poéticas, a rima, pedreiros, marceneiros, trolhas e carpinteiros deambulam pelos versos desta vida com declarações de desejo e paixão.


1. Ó flor dá para pôr?
2. Ó doce, era onde fosse.
3. Ó boneca, vai uma queca?

O Trocadilho


Parte da tradição oral portuguesa, com raízes nas antigas cantigas de escárnio, o trocadilho é um refúgio artístico na fina arte de bem trovar.


1. Tanta carne boa e eu em jejum.
2. Se o teu cú fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
3. Ó “morcona”, comia-te o sufixo.

A Metáfora


É usada quase sem querer, numa tentativa de escapar ao óbvio, deixa à mulher o papel de adivinhar e interpretar o piropo.


1. Só custa a cabeça que o resto é pescoço.
2. Anda cá a cima afagar-me a cobra zarolha.
3. Ó filha, com um cuzinho desses, deves cagar bombons.

Os Ordinários


Esta secção, não é aconselhada a leitores com pacemaker, revela a face mais obscura da poesia de andaime. Versos muitas vezes escritos à hora de almoço, sem a supervisão de um capataz devidamente credenciado e declamados apenas pelos homens mais audazes.


1. Ó filha, fazia-te um pijaminha de cuspo.
2. Ai de ti que eu saiba que esse cuzinho anda a passar fome.
3. Tens uns olhos tão lindos, tão lindos, que te comia essa cona toda.

A Subtileza do Povo


Declamam versos suaves, que por vezes se confundem com cartas de amor renascentistas.


1. Sabes onde ficava bem a tua roupa? Toda amarrotada no chão do meu quarto.
2. Estou a lutar desesperadamente, contra o impulso de fazer de ti, a mulher mais feliz do mundo.
3. Só a mim é que não me calha uma destas na rifa.


Os Religiosos


Não será de estranhar que, num país de fortes tradições religiosas como Portugal, também as expressões clericais e sacerdotais se misturem no seio da linguagem do amor e do romance.


1. Ó filha, queres ir ao céu? Sobe os andaimes que o resto do caminho é por minha conta.
2. Ó filha, se não acreditas que Deus é feito de carne e osso, sobe os andaimes e anda cá tocar-me.
3. Por acaso és católica? É que tens um cú que valha-me Deus!

Os Espirituosos


Normalmente escritos depois de almoço logo após as primeiras garrafas de vinho, estes versos reflectem o espírito jovial que se vive nas empreitadas lusitanas.


1. Não sou muito bom a matemática, mas 1+1=69?
2. Não te esqueças do meu nome, mais logo vais gritá-lo.
3. Posso não ser bonito como o Brad Pitt, nem ter os músculos do Schwarzenegger, mas a lamber sou uma Lassie.


Quem Desdenha…


Nunca antes se haviam encontrado vestígios de poemas de trabalhadores da construção civil, com um nível de escolaridade igual ou superior ao antigo quinto ano do liceu. Neste capítulo o leitor vai ler poemas de indivíduos, que claramente frequentaram, pelo menos, o segundo ano de faculdade.


1. Com um piso desses, deves ser mais rodada que a 2º Circular.
2. Não és nada de se deitar fora, já tive pior e a pagar.
3. Ó filha, tens carinha de Modelo, mas o teu cú é um Continente.


Simples e Bonito


1. Ó filha, anda aqui dar um beijinho ao trolha.


E pronto é isto. Não falta originalidade nas obras deste nosso país!
Esta informação foi tirada da Poesia de Andaime. Espero que tenham gostado tanto como eu.

Histeria da Construção Badalhoca.

Coelha*

Bem me quer.
Mal me quer.
Bem me quer.
Mal me quer…

“Porque perguntas às flores o que deverias perguntar a ti próprio?”

Coelha*

Quem sai aos seus não é de Genebra! Ups… não degenera!
Como eu costumo dizer, pior que ser Chuning é ter orgulho em ser Chuning!
Azeiteiros até não poderem mais. Naquelas veias não corre sangue, corre azeite!

P.S: Não olhem para as fotos mais que um minuto, senão correm o risco de contrair danos cerebrais irreversíveis. Quem vos avisa?, vosso amigo é!

Abaixo aos Malhoa!

Histeria do Chulé

Coelha*





Muito gosto passar as minhas tardes assim!
Solzinho na cara, muita conversa, geladinhos para o engorda…
Fins-de-semana e tardes livres?, é CER-TI-NHO!
Hoje? Vou limpar o pozinho que também é preciso…

Histeria das vontades

Coelha*

Estou a ficar tão fartinha deste país de merda!
Ora a meu ver, a melhor forma de resolver esta história das SCUTS, era arranjar aí uns camiões cheios de bosta de animal, e despejar nas entradas das mesmas!
Não há quem aguente viver neste país!

Histeria da revolução

Coelha*





E pronto, lá se foi o S.Jonas outra vez. A passagem é rápida, mas vale sempre a pena.
É a festa mais gira da cidade. Tudo na rua, a darem marteladas uns nos outros, muita cerveja, muita risota, muitos empurrões, muito alho porro nos narizes dos sofredores olfactivos, muito cheiro a sardinha e pimento assado no ar, muita mulher na rua a vender martelo “É para acabar. 2 Euros, 2 Euros!”, muito manjerico à janela…
É bonito! Eu cá, adoro esta noite!
Aqui ficam umas fotos, que eu tirei com o meu povo do meu camarote privativo. A qualidade não é das melhores, visto a câmara ser oriunda do meu bicho telefónico.
Este ano, tivemos direito a uma porcaria de uma grua mesmo à nossa frente, para ver se saíamos todos de lá, com um problema qualquer no pescoço, devido ao desvio que tinha de ser feito para visualizarmos melhor o nosso fogo!

Ora, um resto de um óptimo S.Jonas para todos. E todos aqueles, que não conhecem a festa, aconselho vivamente, para o ano tirarem umas feriazitas nesta altura, e rumarem para a minha linda Invicta, porque esta é mesmo, uma bela festa para se viver.


Histeria São Joanina

Coelha*
Ver o macho aqui da toca Coelhense, tirar os pêlos dos pés, com as minhas bandas de cera…
Dá-me vontade de rir! Juro!, dá-me mesmo vontade de rir!

Histeria metrossexual

Coelha*

Esta minha vida é sempre a andar a 1000 à hora!
Agora vou para o banho, cremes, secadores, maquilhagem e afins, para ir para o meu jantar de S.João, que já está a ficar muito em cima da hora, e depois?
Fogooooo, no meu camarote privado. Privado para mim e para os meus!
Em seguida é a dar martelada até de manhã, como manda a tradição.
Agora tenho mesmo, mesmo de ir. Vim só para vos desejar uma óptima noite de S.João e pedir-vos para que torçam por mim, sim? Quero-me divertir!!!!!
Isto para quem festeja esta linda festa, como é claro…

Beijinhos enormes para todos. Adoro-vos do fundo do meu coração!

Histeria do S.João do Balão lá no alto!

Coelha*

Amigas, amiguinhos e amigões!, perdoai-me a distância. Este fim-de-semana foi duro. Muito divertimento, muita socialização, muita risota!
Necessitava de um fim-de-semana para descansar deste fim-de-semana entendem? Estou aqui com um olho aberto, só para dizer que não estou a dormir. Enquanto o outro?, não se aguenta firme.
Está difícil. Oh se está! Tenho a mania que aguento, mas na verdade não é bem assim. Mas valeu beeem a pena. Ahahahah

Vou apresentar um trabalhito e já venho.

Histeria do cansaço acumulado

Coelha*

7-0!!!!!

E pimbaaaa!, isto é que foi emoção!
Assim até dá gosto. Agora vamos lá ver como corre com o Brasil.
Foi lindoooo!

Bem vou tentar fazer alguma coisa por mim a baixo, que já convinha. Mas está difícil! A euforia é muita…

Histeria das Histerias

Coelha*

Os homens são uma espécie engraçada.
No que diz respeito ao engatar, temos vários géneros…

A - Há aqueles que são doces demais, super meigos e tititi, que com tanto mel, quase que nos conseguimos enjoar deles, logo sem termos qualquer tipo de relacionamento com o dito;

B - Há aqueles que vão mandando umas bocas de engate, como quem não quer a coisa, numa de ver se cola, mas também não querendo demonstrar muito a parte fraca do seu ser;

C - Há aqueles que quando estão interessados, começam-nos a tratar mal, porque simplesmente não sabem como agir. Então enterram-se com toda a força, ao pensarem que a mulher gosta do homem que mais as enxota. Em certa parte é verdade, mas não exageremos! ;

D - Há aqueles que passam a vida, nos abracinhos e beijinhos e a dar as mãozinhas e tudo e tudo e tudo… O típico pega-monstros, que colam até mais não;

E – Há o tipo descarado, que diz logo o que quer, pondo tudo preto no branco. E que di-lo, em frente até do Papá se assim for necessário, sem qualquer tipo de constrangimento;

E por aí fora. Há vários tipos… E eu Coelha já apanhei alguns ou mesmo vários filmes de engates masculinos.
Mas há uma coisa que é comum a todos!, mesmo ele sendo do tipo A, B, C, etc. Não lidam bem com o não. E quando passam aquela primeira fase (após o não), que fingem ter lidado bem com a coisa, para não parecer muito mal… Começam a ser agressivos. Nas respostas, na forma como falam, tudo lhes parece provocação e por aí adiante.

Não há pachorra para um homem, com o seu orgulho de caçador de presas femininas, ferido. É que não há mesmo…
Ainda falam eles das mulheres… Pufff! Há por aí muito homem bem pior!

Histeria das psicologias

Coelha*

Para o próximo mês, vou ter um jantarzito de gala, e quero ir super hiper mega!, gira (como já dizia a nossa querida Floribela, que tantas saudades deixou). Estão a ver a coisa?
Mas não, não quero um vestido à Floribela (salvo seja!)!
Quero um vestido fashion, sexy (mas não vulgar), romântico, que me caia como uma luva e que eu me fique a sentir uma princesa nele! Eu?, muito peço...
Ahhh! Também quero uns sapatos à altura do vestido. Têm de ser lindos, lindos e lindooooooos!
Hoje já andei a ver umas coisas, mas nada que realmente me deixasse rendida.
Se alguém tiver visto alguma coisa gira e que me queira dar a dica da loja, etc. e tal, que me diga pode ser?
É importante!

Histeria Feminina

Coelha*

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