Drogaram-me!

Venho nas viagens do metro, inteirinhas!, a dormir. Chego a casa e durmo a tarde toda, e já tenho sono outra vez? Mas que é isto?
Sinto-me pedrada, só tenho sono. Não me apetece fazer nada, sinto o cérebro completamente parado!
Ao menos, ao fim da tarde, ainda consegui fazer um pouco de exercício. Vá lá!

Histeria da moleza

Coelha*

Oh belezas, belezas? Ora tentem lá agora, seleccionar os meus textinhos e fazer copy/paste…
Vamos todos tentar?

Um, dois... três!

Botão esquerdo do rato, arrastamos com o bicho até ao ponto que queremos copiar, depois é só carregar no botão direito do animal… e? O que acontece?

“Puxa, será que o rato deixou de funcionar?”

Vamos lá tentar outra vez… Começamos com o processo criativo de novo (o de seleccionar o que os outros escrevem para se copiar), e quando chega à parte do botãozinho do lado direito para clicar no Copiar… ãh? O que está a acontecer? Não dá mesmo!
Olha que chatice! Este blogue perdeu a piada para muitos… Vamos apostar?
Uahahahaha, Uahahaha eu sou assim… malvadaaaa!

Histeria da vingança

Coelha*

A noite de ontem foi super divertida, sim foi. Ri-me imenso, também é verdade. Ter de vir para casa, com um gajo pobre de bêbado, e ter de vir agarrada ao volante para não cairmos os dois com o carro ao rio, também foi bonito... ou não!
Mas estou com uma porcaria de uma dor de cabeça que nem queiram saber. E eu não bebi muito, nem alterada fiquei, e até dormi muito bem… Não entendo, já não aguento estas maluqueiras.
E estou com uma enxaqueca a martelar-me o cérebro, que nem é bom!

Vou-me ligar às máquinas, não me vá eu lembrar, de deixar de respirar.
Mais logo faço-vos uma visitinha, porque agora?, vou roncar.

Histeria das constatações

Coelha*

Acabar uma noite de gajas, numa roulotte foleira, a comer um hambúrguer… é do melhor!
E acabo esta noite, com um lema a ser seguido “Só faz falta quem cá está!”. E é bem verdade… Quem não está que passe a vez, que não há necessidade de haver chatices. Fartinha, fartinha de gente cocó que passa a viva com MIMI’s e TITI’s, sempre a ranhosar e a faltarem-me como as notas de 500€!

Pronto, ficou o desabafo confuso. Vou mas é dormir, que o dia amanhã vai ser longíssimo e cansativíssimo!

Boa noite meus queridos e queridas do meu coração!

Histeria calórica/da amizade

Coelha*

Não há pessoas insubstituíveis. Essa é a mais pura das verdades. Mas o que é verdade também, é que há pessoas que apesar de não serem insubstituíveis, são inigualáveis na forma como lidam connosco, ou simplesmente porque sim. Há ligação e pronto, e então sente-se o encaixe de uma forma diferente. E é impossíveis, não compararmos as pessoas.

Sou um ser histérico, e resmungão. Tudo me mexe com o sistema nervoso. Há quem diga que as mulheres Carneiro são todas assim. Ponho tudo a girar à minha volta, com força se assim for necessário. Falo e falo e tenho o dom da argumentação infalível. Se acredito numa coisa, luto por ela até ao fim, e ai de quem!, se atravesse no meu caminho. Sou complicada, dura e por vezes um pouco inflexível. Mas no fundo não passo de um coração mole. Se me falarem com calma, eu derroto-me toda. Mas se por contrário, me confrontarem com um tom de voz alto e agressivo, eu retribuo na agressividade em doses múltiplas.

E isto para dizer o quê? Que às vezes, apesar de eu saber que sou terrível (sei-o de fonte segura) sei também que sou uma óptima pessoa. Não digo não a quem precisa, estou sempre pronta para ajudar, preocupo-me sinceramente com todos que me rodeiam…
E na verdade? Sou o ser mais doce no mundo, se do outro lado me tratarem como tal. Não há muitas pessoas assim, que são calmas e que nos transmitem paz.
Mas conheço algumas. Que até posso estar com vontade de pegar fogo a tudo que está à minha volta, mas com uma simples palavra e um sorriso, todo o cenário vermelho desaparece, tudo fica claro e calmo.

Há pessoas compatíveis, que nos trazem equilíbrio. E as pessoas que me equilibram são as opostas a mim. As mais racionais e mais calmas. E eu acredito, que também possa ser uma mais valia para essas pessoas, porque sou irreverente, cheia de energia e a racionalidade para mim, nem sempre é o limite.
Adoro pessoas empreendedoras, e que fazem planos para o futuro. Não gosto das pessoas que vivem de mais, no dia de hoje e o amanhã logo se vê.

E já que falei no meu signo, procurei na internet a ver o que dizia mesmo sobre Carneiros, e é sem dúvida, o meu auto-retrato.

Carneiro:
Com os nativos de Carneiro e os que o têm com ascendente, a primeira impressão é a de uma pessoa egocêntrica e de um signo independente, assertivo e impulsivo.

Os Carneiros não perdem tempo e quando tomam uma decisão, agem sobre ela de forma habitualmente rápida.

Apesar de governados por Marte e bastante temperamentais, a fúria é passageira e são em regra acolhedores e inspiradores. Apresentam qualidades como a coragem e lealdade mas também a impaciência e têm um forte sentido de individualidade.
Atraem e realçam estas qualidades também nos outros e o dia de um nativo de Carneiro começa normalmente com um entusiástico estrondo. Aparentam uma certa ingenuidade, por confiarem e acreditarem que os outros são tão directos e honestos como eles.

Histeria minha

Coelha*

Hoje tive um sonho…


Acordei transpirada, sobressaltada por todo aquele turbilhão de inquietações, inconstâncias e incertezas… Parecia que estava sem chão. Tive necessidade de abrir as pálpebras o mais rápido possível, para enxergar tudo que não fosse, o que eu vi naquele sonho. O coração saltitava como se não houvesse atrito que o acalmasse. Fechei com força os olhos. Vi uma luz como sinal que estava viva, e fiquei na incerteza se tudo aquilo seria mesmo real. De repente, o barulho da minha respiração parou, com a voz rouca e lenta daquele que me abraçava “Shuuu, foi só um sonho. Eu sempre estive aqui, e sempre estarei. Dorme meu amor.”. Trancou-me as pernas com as suas, pesadas e fortes. Fiquei imóvel, mas contente por ali estares. Arrastaste-me lentamente os cabelos da nuca, enquanto comecei a sentir a tua respiração quente cada vez mais perto. Beijaste-me os cabelos e um dos lóbulos. Um arrepio doce e calmante percorreu-me o corpo, como se o adormecesse lentamente. Cheguei o meu corpo, ainda mais para o teu. E assim, adormecemos os dois.

Depois acordei…

Coelha*



Dizei-me meus companheiros cibernautas, o que achais destas beldades que me levaram à falência hoje?
Eu prometo, que não torno a gastar dinheirinho em coisas supérfluas. Mas estes miraram-me, fizeram-me o fadinho com o seu saldo, deram-me a volta aos miolos fazendo-me acreditar, que eu seria uma Coelha bem mais realizada com eles nos meus pés, falaram-me em lugares distantes que eu poderia alcançar com eles calçados…
E depois deu nesta merda, Banca Rota! Este mês, não posso mais comprar coisas giras para mim, porque já abusei demais na conta.

Valeu a pena? O que achais?

Histérica com a Haity

Coelha*
(Clicar na imagem, para ver mais de perto)


Esta também merece ser partilhada convosco, porque tanto vos estimo... Não é verdade?
Mandaram-me este e-mail, e eu fiquei-me a rir. Às vezes, custa a acreditar.

Foi penhorado a um indivíduo 1/6 do vencimento. O executado, alegando dificuldades várias, requereu isenção.O Tribunal resolveu mostrar-se sensível aos argumentos do executado e... reduziu a penhora de 1/6 para... 1/5 !!!

Estas matemáticas... Ai ai!


Histeria pouco Histérica


Coelha*
E por falar em pezinhos e contos de fadas nos pés e tudo e tudo e tudo.
Vou-vos mostrar o que comprei hoje. Umas coisas lindas que me deixaram esta cabeça histérica de sentimentos felizes e doces.
Digam-me o que pensam destes dois pares amorosos, que me fizeram uma cantada daquelas!, que me puseram logo K.O, assim num abrir e fechar de olhos.


Estes verdinhos, ficam mesmo bem no vestidinho, não ficam?



E os pretos são aqueles que ficam sempre bem!

Histeria do consumismo exacerbado

Coelha*



Gosto tanto destes meus chinelinhos fashions, que eu comprei com tanto amor, e que me fazem sentir uma Coelha especial. E não é, que estes malandros, esquartejaram-me os pés? É pura maldade para comigo.
Logo eu, que tanto sonhei com eles, depois de os ter visto e lhes ter resistido. Empenhei o meu anel de rubi, e tudo!, que me foi dado num sonho que tive num Sábado à noite, mais Domingo de manhã, depois de uma valente borracheira... e acontece-me isto? Pés esquartejados, feitos num oito?
É maldade meus amigos, acreditem… é!

Histeria da desilusão

Coelha*

Às vezes tenho vontade de abraçar-te. Ficar agarrada a ti, para sempre! E viver contigo, tudo que paira na minha cabeça…


Coelha*

E pronto, mais uma vez fantástico. Tanto ele como ela. Gostei!

Coelha*

Eu sei, eu sei, que não devia. Mas esta, é mesmo digna de ser partilhada…

"Ó inginheiro...como se mede os pilares à escala 1/175? Esta escala é de Marrocos...num será melhor pedir um esclarecimento ao Dono de Obra?".

Coelha*

Amo a minha cidade. E digo-o vezes sem fim. Sinto-me bem a corrê-la de lés-a-lés. A descobrir todos os seus encantos ocultos.
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.

Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!

Histeria do meu coração

Coelha*

Há uma certa pessoa, que todos os dias me mira. E incomoda-me. Deixa-me assim a sentir-me parva. Irrita-me vá… Deixa-me desconfortável, assim de uma forma que não me agrada lá muito…

Resumindo, não dá para explicar…

Histeria da confusão feminina

Coelha*

Então o nosso Cristiano Ronaldo é pai? E apresenta a notícia, não querendo nos dizer quem é a progenitora, como se a cria fosse produção individual? Quanto dinheirinho, ele deu à mamã do seu rebento para pô-la afónica?

Ai Cris, Cris, não me digas que queres ser o Michael Jackson do futebol.
Ora se esta história se desse no mundo real, que é o nosso, o seu casamento com a bela da Irina estaria à beira de um precipício. Mas como estamos a falar do nosso Cris Ronaldo, que apesar de brejeiro, tem uma conta bancária, que ai Jesus!, tudo fica igual. Como se um filho sem progenitora caído do céu, fosse como um cano de esgoto arrebentado. Concerta-se, limpa-se a sujidade e está tudo resolvido.

É assim mesmo, és um exemplo a seguir.

Histeria da paternidade

Coelha*

Peço desculpa pela linguagem que vou utilizar no parágrafo abaixo.


Fico verdadeiramente fodida (leram bem), FODIDA!, por saber que vêm copiar as merdas que eu escrevo.
E pá, já disse isto aqui uma vez, as pessoas não têm personalidade, só sabem copiar os outros. E quando digo copiar, é copiar literalmente e textualmente.
Às vezes ando em blogues que são autênticos plágios uns dos outros. Assuntos iguais, maneiras de escrever iguais, até a imagem dos espaços é idêntica. Para piorar (se ainda parecia impossível), até usam expressões iguais!
Fico descrente deste povo português. Vocês deviam olhar para mim (não sendo exemplo em grande coisa), desde quando é que eu escrevo bem? Desde nunca. Mas o que escrevo, sai desta cachola que Deus me deu. Bem ou mal, tudo que escrevo está relacionado comigo e com a minha forma de ver as coisas.
Faço-o porque me sabe bem, e não para provar alguma coisa.
Ao menos copiem textos de grandes senhores/as da escrita, que escrevam verdadeiros artigos jornalísticos. E não por mim, que só escrevo coisas relacionadas COMIGO mesma, entendem?


E pronto, fico fodida. E se digo que fico fodida, fico mesmo, mesmo fodida!
Vou ter de pôr aqui um truquezinho, que não permite o copy/paste, que eu sei que é possível.
Vai ter que ser, porque eu não gosto de ser fodida sem a minha especial autorização. Pois é, eu sou assim… Fodida!

Histeria
do rachar crânios

Coelha*

E por falar em amizades. Sempre que fazemos uma saída só de gajas, conversamos bastante, e discutimos várias questões das nossas vidas. Questões particulares de cada uma, opinando sobre os assuntos até à exaustão.
E quando toca a falarmos de mim?, a história vai sempre parar ao mesmo. Então, elas tentam descodificar certas atitudes que eu tenho relativamente a certas pessoas e vice-versa.
Falam-me da vida de uma forma apaixonante, e das minhas próprias histórias como se fossem matéria para um verdadeiro romance.
Prevêem finais felizes, histórias de príncipes, lutas pela vida, romantismo e muito amor, suores apaixonantes e sentimentos camuflados pelo tempo, que no futuro se demonstram mais fortes e vigorosos.
Às vezes pouso a cabeça sobre as mãos e riu imenso com aquilo, e acho piada, visualizarem assim, o que conhecem das minhas próprias histórias.
Mas a verdade, e como já lhes disse, por norma tentamos entender a vida da forma que mais nos convém. Da forma mais bela e mais perfeita de acordo com o que acreditamos. Tentamos ver o positivismo das coisas que acontecem, procurando um sinal nas acções dos outros de acordo com as nossas vontades. Mas depois se pensarmos friamente nas coisas, vemos que há situações que acontecem porque sim. Não há nada para descodificar ou tentar entender. Acontecem e pronto. Não podemos passar a vida a tentar entender cada passo dos outros relativamente a nós e cada acontecimento da vida. Os chamados “sinais”.
As coisas acontecem, e se não há nada para além do visível das atitudes dos outros ou dos acontecimentos, não podemos passar o tempo a tentar entender o que não existe.
Às vezes pensamos demais, quando deveríamos ser mais práticos.

Quem quer estar connosco? Faz por isso, e não vai deixar de estar.
Quem gosta de nós? Diz-nos, e não tenta esconder por isto ou por aquilo.
Não estamos com alguém? É porque não sentimos vontade.
E por aí adiante.

Histeria do pensar demais

Coelha*

Hoje pus-me a pensar nas pessoas que ganhei e perdi na vida.
Quando falo em ganhar e perder, refiro-me àqueles com quem convivo e àqueles que perdi o contacto.
Posso dizer que já ganhei mais do que perdi… em qualidade. É giro pensar na quantidade de gente que já passou pelas nossas vidas, as quais que contemplávamos como amigas para a vida inteira, e que de um momento para o outro, já nem nos lembramos que existem.
Como estas coisas acontecem? As pessoas não seguem os mesmos caminhos. Há vários factores que afastam as pessoas. Como profissionais, estudantis, amorosos, familiares…
E as pessoas perdem-se pelo caminho, esquecem-se umas das outras com o tempo. E quando se encontram?, comportam-se como verdadeiros estranhos.
Isto aconteceu e continua a acontecer com todos nós. Mas isto faz-me pensar, muito sinceramente, que as pessoas que vão ficando são mesmo as verdadeiramente importantes. Aquelas que por um factor inexplicável (ou lá o que é), são compatíveis bem ou mal e precisam de nós tal como nós delas.
Então o tempo passa e ficamos a fazer contas… ao número de pessoas, que partilhou coisas connosco num dia, e no outro se foram. E daquelas que sempre estiveram por perto, bem ao mal.
São os amigos, são aqueles que nos seguem, são aqueles que partilham das mesmas histórias, aqueles que estão sempre por perto sem entendermos o porquê. Esses mesmos que quando estamos sós e descrentes da vida, são os primeiros de quem nos lembramos para chorar, ou para contar a bomba feliz da nossa vida.
Então, eu tenho visto, que ao longo dos anos tenho mesmo limado o meu disco rígido de amizades. Que se tem tornado cada vez mais puro e autêntico.

Tenho sorte, eu sei que tenho.

Histeria
da amizade pura

Coelha*

Um Gigantesco, Enorme, Bigalhaço e Gordo Beijinho para o Neisseria Gonorrhoeae!
Gosto muito de ti, sempre me seguiste nesta aventura que é a blogosfera e os teus palpites sempre foram importantes para mim =)
Não estava à espera deste miminho no teu blogue, mas quero que saibas que amei!


Mais uma vez, beijinhos! =')

Histeria da mimalhice

Coelha*


Ainda não tinha mostrado aqui esta coreografia que eu também amei.

Muita paixão, muito contacto físico, muita entrega!

Foi lindíssimo, e tornei a chorar. Este rapaz é um óptimo dançarino!

P.S: A música também é óptima!

Histeria da dança

Coelha*



Seus marotos, deviam todos levar um tau tau nesses rabiosques musculados, para aprenderem.
Andamos mais pobres, a um passo da banca rota, temos um Primeiro Ministro que roça a homossexualidade e um Presidente da República que está, vai não vai, a pular para a insanidade e o nosso Ronaldo, a nossa selecção!, não nos dá uns sorrisitos para enganarmos as tristezas?

Pronto… Foda-se!
E eu que me emociono tanto com o nosso hino e que choro e tudo.

O nosso Guarda-Redes, o Eduardo, é um fofinho. Mas só ele! E o Bruno Alves é um jeitoso, vá…

Histeria da Histeria não histérica do hábito do ser-se perdedor

Coelha*

you make me feel like a woman

Coelha*




A pedido de muitas famílias, vou-vos dar o prazer de lerem alguma poesia de andaime.
Vão ficar maravilhados com o poder de engate, com a subtileza e a elegância das palavras ditas por estes eternos românticos.

A Rima Rica


Recorrendo a uma das figuras de estilo mais enraizadas nas obras poéticas, a rima, pedreiros, marceneiros, trolhas e carpinteiros deambulam pelos versos desta vida com declarações de desejo e paixão.


1. Ó flor dá para pôr?
2. Ó doce, era onde fosse.
3. Ó boneca, vai uma queca?

O Trocadilho


Parte da tradição oral portuguesa, com raízes nas antigas cantigas de escárnio, o trocadilho é um refúgio artístico na fina arte de bem trovar.


1. Tanta carne boa e eu em jejum.
2. Se o teu cú fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
3. Ó “morcona”, comia-te o sufixo.

A Metáfora


É usada quase sem querer, numa tentativa de escapar ao óbvio, deixa à mulher o papel de adivinhar e interpretar o piropo.


1. Só custa a cabeça que o resto é pescoço.
2. Anda cá a cima afagar-me a cobra zarolha.
3. Ó filha, com um cuzinho desses, deves cagar bombons.

Os Ordinários


Esta secção, não é aconselhada a leitores com pacemaker, revela a face mais obscura da poesia de andaime. Versos muitas vezes escritos à hora de almoço, sem a supervisão de um capataz devidamente credenciado e declamados apenas pelos homens mais audazes.


1. Ó filha, fazia-te um pijaminha de cuspo.
2. Ai de ti que eu saiba que esse cuzinho anda a passar fome.
3. Tens uns olhos tão lindos, tão lindos, que te comia essa cona toda.

A Subtileza do Povo


Declamam versos suaves, que por vezes se confundem com cartas de amor renascentistas.


1. Sabes onde ficava bem a tua roupa? Toda amarrotada no chão do meu quarto.
2. Estou a lutar desesperadamente, contra o impulso de fazer de ti, a mulher mais feliz do mundo.
3. Só a mim é que não me calha uma destas na rifa.


Os Religiosos


Não será de estranhar que, num país de fortes tradições religiosas como Portugal, também as expressões clericais e sacerdotais se misturem no seio da linguagem do amor e do romance.


1. Ó filha, queres ir ao céu? Sobe os andaimes que o resto do caminho é por minha conta.
2. Ó filha, se não acreditas que Deus é feito de carne e osso, sobe os andaimes e anda cá tocar-me.
3. Por acaso és católica? É que tens um cú que valha-me Deus!

Os Espirituosos


Normalmente escritos depois de almoço logo após as primeiras garrafas de vinho, estes versos reflectem o espírito jovial que se vive nas empreitadas lusitanas.


1. Não sou muito bom a matemática, mas 1+1=69?
2. Não te esqueças do meu nome, mais logo vais gritá-lo.
3. Posso não ser bonito como o Brad Pitt, nem ter os músculos do Schwarzenegger, mas a lamber sou uma Lassie.


Quem Desdenha…


Nunca antes se haviam encontrado vestígios de poemas de trabalhadores da construção civil, com um nível de escolaridade igual ou superior ao antigo quinto ano do liceu. Neste capítulo o leitor vai ler poemas de indivíduos, que claramente frequentaram, pelo menos, o segundo ano de faculdade.


1. Com um piso desses, deves ser mais rodada que a 2º Circular.
2. Não és nada de se deitar fora, já tive pior e a pagar.
3. Ó filha, tens carinha de Modelo, mas o teu cú é um Continente.


Simples e Bonito


1. Ó filha, anda aqui dar um beijinho ao trolha.


E pronto é isto. Não falta originalidade nas obras deste nosso país!
Esta informação foi tirada da Poesia de Andaime. Espero que tenham gostado tanto como eu.

Histeria da Construção Badalhoca.

Coelha*

Bem me quer.
Mal me quer.
Bem me quer.
Mal me quer…

“Porque perguntas às flores o que deverias perguntar a ti próprio?”

Coelha*

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