
Rasurado em
Pensamento
em
03:50
por
Coelha


Agora apetece-me falar de uma matéria controversa – Religião!
Por defeito, somos todos católicos ou então não somos nada (ateus). Pensava eu, até à algum tempo atrás. Eu sou católica, filha de mãe católica e pai semi-católico (devido a sua educação religiosa) e semi-ateu, avós, tias… toda a gente está ligada a religião católica ou não está ligada a nada. E sempre vivi a acreditar nisto.
Estudei sempre com miúdos/as católicos (pensava eu), porque todos andaram comigo na catequese e fizeram a primeira comunhão comigo, não houve ninguém que não fosse “Sicraninho, não pode vir porque é da religião X, Y ou Z”, não conheci nenhum caso.
Mas hoje, vejo que as coisas não são bem assim. E eu?, respeito as crenças de toda a gente. Às vezes tenho a ideia que as pessoas que são de outra religião, que não seja católica, têm algum pudor em falar do assunto, e normalmente só se descobre este pormenor (insignificante a meu ver), depois de alguma discussão ateada sobre algum assunto ligado a esta temática.
Interesso-me por saber mais, tenho uma mente aberta, e aceito bem os outros e as suas escolhas.
Se sou menina de ir à igreja e bater no peito “Meu Deus, Meu Deus”? Não sou, confesso. Digamos que sou uma católica não praticante, no que diz respeito aos cultos (este não praticante é ferozmente criticado por outras religiões). Mas avaliemos bem o assunto.
Estudei sempre com miúdos/as católicos (pensava eu), porque todos andaram comigo na catequese e fizeram a primeira comunhão comigo, não houve ninguém que não fosse “Sicraninho, não pode vir porque é da religião X, Y ou Z”, não conheci nenhum caso.
Mas hoje, vejo que as coisas não são bem assim. E eu?, respeito as crenças de toda a gente. Às vezes tenho a ideia que as pessoas que são de outra religião, que não seja católica, têm algum pudor em falar do assunto, e normalmente só se descobre este pormenor (insignificante a meu ver), depois de alguma discussão ateada sobre algum assunto ligado a esta temática.
Interesso-me por saber mais, tenho uma mente aberta, e aceito bem os outros e as suas escolhas.
Se sou menina de ir à igreja e bater no peito “Meu Deus, Meu Deus”? Não sou, confesso. Digamos que sou uma católica não praticante, no que diz respeito aos cultos (este não praticante é ferozmente criticado por outras religiões). Mas avaliemos bem o assunto.
Há o não praticante, que é católico, porque sim. Ou seja, é católico para poder casar na igreja, para poder ir a casamentos e ser padrinho de alguém, para poder fazer uma festa de baptizado de um filho… E coisas assim. Mas também há, o não praticante (como eu), que simplesmente não vai à igreja. Mas que abre a bíblia, para tentar encontrar sabedoria para agir em determinadas situações. Que reza e pede pelos seus e todos que ama, inclusive, por todos que sofrem no mundo, e que abrem a boca para falar de Deus como sinónimo de amor. Porque no fundo, esta figura foi-me incutida assim.
Os meus ensinamentos religiosos são-me dados pela minha avó materna, que é sem dúvida uma estrela neste mundo cinzento. Porque tem sempre uma palavra dócil, e um ensinamento… positivo! Sempre positivo! Nunca me disse “Nunca faças isso, nunca!, senão o papão vai-te comer!”.
Não aponta o dedo a ninguém! E isto para mim, é crucial numa religião, ou melhor, numa civilização!… Como toda a gente já ouviu falar, daquela situação do “Quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra.”. Ora eu acredito que se assim pensássemos, todos!, viveríamos num mundo bem melhor.
Não aponta o dedo a ninguém! E isto para mim, é crucial numa religião, ou melhor, numa civilização!… Como toda a gente já ouviu falar, daquela situação do “Quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra.”. Ora eu acredito que se assim pensássemos, todos!, viveríamos num mundo bem melhor.
Os valores são-nos incutidos (concordo plenamente com isso), mas depois temos de gerir a nossa vida. Não podemos ter sempre alguém que meta o dedo no nosso jogo. Se Deus existe como eu acredito!, acho que não deve querer que um pecador, aponte o dedo a outro, com a simples desculpa, que se baseia nas palavras de Deus.
Vejo a bíblia, e todas as palavras e ensinamentos que esta contém, como valores e reflexões. Não podemos seguir à letra tudo que lá diz. A meu ver, aquilo são parábolas, que têm como finalidade, fazer com que, quem as lê, tire algum ensinamento positivo para si próprio.
Vejo a bíblia, e todas as palavras e ensinamentos que esta contém, como valores e reflexões. Não podemos seguir à letra tudo que lá diz. A meu ver, aquilo são parábolas, que têm como finalidade, fazer com que, quem as lê, tire algum ensinamento positivo para si próprio.
O que também me irrita nas religiões, é basearem-se noutras, criticando-as para conseguirem atrair mais fiéis. Acho feio. E também acho feio, as pessoas seguirem isto como um bando de carneirinhos, sem poderem opor em nada que lhes é dito, sem poderem pensar, reflectir por si, deixando que as suas vidas sejam condicionadas pelas teias que os homens criaram. Porque acredito piamente, que não é isto que Deus nos quis transmitir.
Não acredito em instituições. Na igreja, nos padres, nos Papas, nos anciões, nos sacerdotes… Acredito nas pessoas, no ser superior, na consciência de cada um, e no poder que nos foi dado de podermos ser nós próprios a direccionar as nossas vidas.
Desculpem este discurso maçador. Mas há certas e determinadas coisas que me transcendem. Custa-me a querer que pessoas inteligentes optem pelo fanatismo, pelos seus mundos fechados, olhando de esguelha para tudo que transcende os muros das suas crenças.
Eu tenho liberdade, para entrar onde me apetece, de ouvir várias coisas, de aprender com a vida.
Eu até tive a liberdade de adoptar uma religião ou não adoptar. E adoptar a que quisesse. Nem eu nem os meus irmãos fomos baptizados. Eu optei por ser, já crescida, com 8 ou 9 anos, porque eu quis. Já os meus irmãos não o são, porque são ateus e não faria sentido. Tivemos liberdade de escolha. Tive uns pais que acharam que não seria correcto impor-me uma crença.
Se fui condicionada a? Naturalmente, até pelo facto da minha infância estar ligada à convivência com a minha avó, que tanto me falava destas coisas. Mas se alguma vez ouvi, algum incentivo a seguir alguma coisa?, não ouvi. Fui eu que quis. Achei que devia ir para a catequese como todos os miúdos, e depois achei que me deveria baptizar.
Não acredito em instituições. Na igreja, nos padres, nos Papas, nos anciões, nos sacerdotes… Acredito nas pessoas, no ser superior, na consciência de cada um, e no poder que nos foi dado de podermos ser nós próprios a direccionar as nossas vidas.
Desculpem este discurso maçador. Mas há certas e determinadas coisas que me transcendem. Custa-me a querer que pessoas inteligentes optem pelo fanatismo, pelos seus mundos fechados, olhando de esguelha para tudo que transcende os muros das suas crenças.
Eu tenho liberdade, para entrar onde me apetece, de ouvir várias coisas, de aprender com a vida.
Eu até tive a liberdade de adoptar uma religião ou não adoptar. E adoptar a que quisesse. Nem eu nem os meus irmãos fomos baptizados. Eu optei por ser, já crescida, com 8 ou 9 anos, porque eu quis. Já os meus irmãos não o são, porque são ateus e não faria sentido. Tivemos liberdade de escolha. Tive uns pais que acharam que não seria correcto impor-me uma crença.
Se fui condicionada a? Naturalmente, até pelo facto da minha infância estar ligada à convivência com a minha avó, que tanto me falava destas coisas. Mas se alguma vez ouvi, algum incentivo a seguir alguma coisa?, não ouvi. Fui eu que quis. Achei que devia ir para a catequese como todos os miúdos, e depois achei que me deveria baptizar.
E pronto, acho melhor ficar por aqui. Há coisas indiscutíveis. E quem sou eu para julgar? Ninguém. Mas também não gosto de ouvir julgamentos impensados e que nem foram repensados. São puros julgamentos repassados entre gerações, sem serem discutidos, porque se é assim, é e pronto. Aliás, nem há possível discussão.
Porquê que isto é verde? Porque sim. Acho parvo.
Opinei. Também tenho direito… ou não?
Histeria religiosa
Coelha*
Opinei. Também tenho direito… ou não?
Histeria religiosa
Coelha*
Rasurado em
Sonhos
em
00:22
por
Coelha


Hoje eu sonhei…
Calcei os meus sapatos, vesti com cuidado o meu saiote dos sonhos, estiquei as mãos ao céu e entreguei-lhe o meu coração. Estiquei também os pés, apoiando o meu peso todo nas minhas pontas e dei os meus primeiros paços de danças. Fui ganhando elasticidade de novo e todo o meu dom floresceu no meu corpo. Dancei sobre as nuvens fofas e suaves, com todos os meus pensamentos. Pensamentos de amor e sofrimento.
Dei conta que me observavas. Com um olhar calmo e paciente. Pedi-te prontamente para dançares comigo, mas recusas-te articulando um não mudo. Foste-te aproximando sem tirares os olhos de mim. Fiquei imóvel sem entender o porquê de me observares daquela forma. Aproximaste-te com o braço estendido e com a mão bem aberta perante a minha face. Fechei os olhos para não visualizar mais nada. Desenhaste a minha fisionomia com os dedos. Encostaste os teus lábios ao de leve no meu ouvido e sussurraste “Para mim sempre serás perfeita!”. Essas palavras que já tinham sido ditas por ti, gelaram-me o corpo, fazendo com que a capa de cera que me cobria toda a pele, estalasse e começasse a quebrar-se aos poucos, à medida que a tua voz ia percorrendo todos os meus fantasmas. Toda aquela minha capa de medos, que me imobilizava perante ti, caiu. Descolou de mim por completo. Voltando assim ao meu eu. A pessoa que ainda conseguias ver em mim.
Abraçaste-me, puxando-me para o alto das minhas vontades. Rodaste o teu corpo com o meu, num círculo vicioso, apertando-me com mais força. Beijaste-me os lábios. Quebraste-me o gelo. Os meus olhos de vidro voltaram a ganhar vida, derramando assim, aquela lágrima de esperança que renovou de novo aquele amor. Apagou por completo tudo do passado. Como se habitássemos assim, num mundo novo.
Coelha*
Calcei os meus sapatos, vesti com cuidado o meu saiote dos sonhos, estiquei as mãos ao céu e entreguei-lhe o meu coração. Estiquei também os pés, apoiando o meu peso todo nas minhas pontas e dei os meus primeiros paços de danças. Fui ganhando elasticidade de novo e todo o meu dom floresceu no meu corpo. Dancei sobre as nuvens fofas e suaves, com todos os meus pensamentos. Pensamentos de amor e sofrimento.
Dei conta que me observavas. Com um olhar calmo e paciente. Pedi-te prontamente para dançares comigo, mas recusas-te articulando um não mudo. Foste-te aproximando sem tirares os olhos de mim. Fiquei imóvel sem entender o porquê de me observares daquela forma. Aproximaste-te com o braço estendido e com a mão bem aberta perante a minha face. Fechei os olhos para não visualizar mais nada. Desenhaste a minha fisionomia com os dedos. Encostaste os teus lábios ao de leve no meu ouvido e sussurraste “Para mim sempre serás perfeita!”. Essas palavras que já tinham sido ditas por ti, gelaram-me o corpo, fazendo com que a capa de cera que me cobria toda a pele, estalasse e começasse a quebrar-se aos poucos, à medida que a tua voz ia percorrendo todos os meus fantasmas. Toda aquela minha capa de medos, que me imobilizava perante ti, caiu. Descolou de mim por completo. Voltando assim ao meu eu. A pessoa que ainda conseguias ver em mim.
Abraçaste-me, puxando-me para o alto das minhas vontades. Rodaste o teu corpo com o meu, num círculo vicioso, apertando-me com mais força. Beijaste-me os lábios. Quebraste-me o gelo. Os meus olhos de vidro voltaram a ganhar vida, derramando assim, aquela lágrima de esperança que renovou de novo aquele amor. Apagou por completo tudo do passado. Como se habitássemos assim, num mundo novo.
Coelha*
Rasurado em
Coisas fantásticas
em
23:50
por
Coelha


Olhem só o que eu fui encontrar no Wikipédia!
(Vou transcrever, mas com correcções minhas, porque aquilo é um poço de erros)
“A histeria feminina era uma condição diagnosticada na medicina ocidental, até meados do século XIX. Haviam vários sintomas, que incluíam desfalecimentos, insónias, retenção de fluidos, peso abdominal, espasmos musculares, respiração entrecortada, irritabilidade, perda de apetite e “tendência a causar problemas”.
As pacientes diagnosticadas com histeria feminina, deviam receber um tratamento conhecido como “masaje pélvico” – estimulação manual dos genitais da mulher pelo doutor até chegar ao orgasmo - que no contexto da época se denominava “paroxismo histérico” ao considerar o desejo sexual reprimido das mulheres, uma doença.”
Mais tarde vieram aqueles brinquedos giros, que dá para trazer sempre connosco (connosco como quem diz, ainda não adquiri nenhum)…
Será que eu também estou a necessitar de uma massagem? É que realmente há dias que ninguém me aguenta…
P.S: Este blogue, é um blogue de família, por isso o nome deste espaço não foi escolhido, tendo eu como referencia esta realidade triste…
Histeria da descoberta
Coelha*
“A histeria feminina era uma condição diagnosticada na medicina ocidental, até meados do século XIX. Haviam vários sintomas, que incluíam desfalecimentos, insónias, retenção de fluidos, peso abdominal, espasmos musculares, respiração entrecortada, irritabilidade, perda de apetite e “tendência a causar problemas”.
As pacientes diagnosticadas com histeria feminina, deviam receber um tratamento conhecido como “masaje pélvico” – estimulação manual dos genitais da mulher pelo doutor até chegar ao orgasmo - que no contexto da época se denominava “paroxismo histérico” ao considerar o desejo sexual reprimido das mulheres, uma doença.”
Mais tarde vieram aqueles brinquedos giros, que dá para trazer sempre connosco (connosco como quem diz, ainda não adquiri nenhum)…
Será que eu também estou a necessitar de uma massagem? É que realmente há dias que ninguém me aguenta…
P.S: Este blogue, é um blogue de família, por isso o nome deste espaço não foi escolhido, tendo eu como referencia esta realidade triste…
Histeria da descoberta
Coelha*
Rasurado em
Foda-se
em
22:40
por
Coelha


Drogaram-me!
Venho nas viagens do metro, inteirinhas!, a dormir. Chego a casa e durmo a tarde toda, e já tenho sono outra vez? Mas que é isto?
Sinto-me pedrada, só tenho sono. Não me apetece fazer nada, sinto o cérebro completamente parado!
Ao menos, ao fim da tarde, ainda consegui fazer um pouco de exercício. Vá lá!
Histeria da moleza
Coelha*
Sinto-me pedrada, só tenho sono. Não me apetece fazer nada, sinto o cérebro completamente parado!
Ao menos, ao fim da tarde, ainda consegui fazer um pouco de exercício. Vá lá!
Histeria da moleza
Coelha*
Rasurado em
Porreiro
em
00:21
por
Coelha


Oh belezas, belezas? Ora tentem lá agora, seleccionar os meus textinhos e fazer copy/paste…
Vamos todos tentar?
Vamos todos tentar?
Um, dois... três!
Botão esquerdo do rato, arrastamos com o bicho até ao ponto que queremos copiar, depois é só carregar no botão direito do animal… e? O que acontece?
“Puxa, será que o rato deixou de funcionar?”
Vamos lá tentar outra vez… Começamos com o processo criativo de novo (o de seleccionar o que os outros escrevem para se copiar), e quando chega à parte do botãozinho do lado direito para clicar no Copiar… ãh? O que está a acontecer? Não dá mesmo!
Olha que chatice! Este blogue perdeu a piada para muitos… Vamos apostar?
Uahahahaha, Uahahaha eu sou assim… malvadaaaa!
Histeria da vingança
Coelha*
Olha que chatice! Este blogue perdeu a piada para muitos… Vamos apostar?
Uahahahaha, Uahahaha eu sou assim… malvadaaaa!
Histeria da vingança
Coelha*
Rasurado em
Ai já
em
17:08
por
Coelha


A noite de ontem foi super divertida, sim foi. Ri-me imenso, também é verdade. Ter de vir para casa, com um gajo pobre de bêbado, e ter de vir agarrada ao volante para não cairmos os dois com o carro ao rio, também foi bonito... ou não!
Mas estou com uma porcaria de uma dor de cabeça que nem queiram saber. E eu não bebi muito, nem alterada fiquei, e até dormi muito bem… Não entendo, já não aguento estas maluqueiras.
E estou com uma enxaqueca a martelar-me o cérebro, que nem é bom!
Mas estou com uma porcaria de uma dor de cabeça que nem queiram saber. E eu não bebi muito, nem alterada fiquei, e até dormi muito bem… Não entendo, já não aguento estas maluqueiras.
E estou com uma enxaqueca a martelar-me o cérebro, que nem é bom!
Vou-me ligar às máquinas, não me vá eu lembrar, de deixar de respirar.
Mais logo faço-vos uma visitinha, porque agora?, vou roncar.
Histeria das constatações
Coelha*
Mais logo faço-vos uma visitinha, porque agora?, vou roncar.
Histeria das constatações
Coelha*
Rasurado em
Vai ver se estou lá fora
em
04:13
por
Coelha


Acabar uma noite de gajas, numa roulotte foleira, a comer um hambúrguer… é do melhor!
E acabo esta noite, com um lema a ser seguido “Só faz falta quem cá está!”. E é bem verdade… Quem não está que passe a vez, que não há necessidade de haver chatices. Fartinha, fartinha de gente cocó que passa a viva com MIMI’s e TITI’s, sempre a ranhosar e a faltarem-me como as notas de 500€!
Pronto, ficou o desabafo confuso. Vou mas é dormir, que o dia amanhã vai ser longíssimo e cansativíssimo!
Boa noite meus queridos e queridas do meu coração!
Histeria calórica/da amizade
Coelha*
E acabo esta noite, com um lema a ser seguido “Só faz falta quem cá está!”. E é bem verdade… Quem não está que passe a vez, que não há necessidade de haver chatices. Fartinha, fartinha de gente cocó que passa a viva com MIMI’s e TITI’s, sempre a ranhosar e a faltarem-me como as notas de 500€!
Pronto, ficou o desabafo confuso. Vou mas é dormir, que o dia amanhã vai ser longíssimo e cansativíssimo!
Boa noite meus queridos e queridas do meu coração!
Histeria calórica/da amizade
Coelha*
Rasurado em
Pensamento
em
13:01
por
Coelha


Não há pessoas insubstituíveis. Essa é a mais pura das verdades. Mas o que é verdade também, é que há pessoas que apesar de não serem insubstituíveis, são inigualáveis na forma como lidam connosco, ou simplesmente porque sim. Há ligação e pronto, e então sente-se o encaixe de uma forma diferente. E é impossíveis, não compararmos as pessoas.
Sou um ser histérico, e resmungão. Tudo me mexe com o sistema nervoso. Há quem diga que as mulheres Carneiro são todas assim. Ponho tudo a girar à minha volta, com força se assim for necessário. Falo e falo e tenho o dom da argumentação infalível. Se acredito numa coisa, luto por ela até ao fim, e ai de quem!, se atravesse no meu caminho. Sou complicada, dura e por vezes um pouco inflexível. Mas no fundo não passo de um coração mole. Se me falarem com calma, eu derroto-me toda. Mas se por contrário, me confrontarem com um tom de voz alto e agressivo, eu retribuo na agressividade em doses múltiplas.
E isto para dizer o quê? Que às vezes, apesar de eu saber que sou terrível (sei-o de fonte segura) sei também que sou uma óptima pessoa. Não digo não a quem precisa, estou sempre pronta para ajudar, preocupo-me sinceramente com todos que me rodeiam…
E na verdade? Sou o ser mais doce no mundo, se do outro lado me tratarem como tal. Não há muitas pessoas assim, que são calmas e que nos transmitem paz.
Mas conheço algumas. Que até posso estar com vontade de pegar fogo a tudo que está à minha volta, mas com uma simples palavra e um sorriso, todo o cenário vermelho desaparece, tudo fica claro e calmo.
E na verdade? Sou o ser mais doce no mundo, se do outro lado me tratarem como tal. Não há muitas pessoas assim, que são calmas e que nos transmitem paz.
Mas conheço algumas. Que até posso estar com vontade de pegar fogo a tudo que está à minha volta, mas com uma simples palavra e um sorriso, todo o cenário vermelho desaparece, tudo fica claro e calmo.
Há pessoas compatíveis, que nos trazem equilíbrio. E as pessoas que me equilibram são as opostas a mim. As mais racionais e mais calmas. E eu acredito, que também possa ser uma mais valia para essas pessoas, porque sou irreverente, cheia de energia e a racionalidade para mim, nem sempre é o limite.
Adoro pessoas empreendedoras, e que fazem planos para o futuro. Não gosto das pessoas que vivem de mais, no dia de hoje e o amanhã logo se vê.
E já que falei no meu signo, procurei na internet a ver o que dizia mesmo sobre Carneiros, e é sem dúvida, o meu auto-retrato.
Carneiro:
Com os nativos de Carneiro e os que o têm com ascendente, a primeira impressão é a de uma pessoa egocêntrica e de um signo independente, assertivo e impulsivo.
Os Carneiros não perdem tempo e quando tomam uma decisão, agem sobre ela de forma habitualmente rápida.
Apesar de governados por Marte e bastante temperamentais, a fúria é passageira e são em regra acolhedores e inspiradores. Apresentam qualidades como a coragem e lealdade mas também a impaciência e têm um forte sentido de individualidade.
Atraem e realçam estas qualidades também nos outros e o dia de um nativo de Carneiro começa normalmente com um entusiástico estrondo. Aparentam uma certa ingenuidade, por confiarem e acreditarem que os outros são tão directos e honestos como eles.
Histeria minha
Coelha*
Adoro pessoas empreendedoras, e que fazem planos para o futuro. Não gosto das pessoas que vivem de mais, no dia de hoje e o amanhã logo se vê.
E já que falei no meu signo, procurei na internet a ver o que dizia mesmo sobre Carneiros, e é sem dúvida, o meu auto-retrato.
Carneiro:
Com os nativos de Carneiro e os que o têm com ascendente, a primeira impressão é a de uma pessoa egocêntrica e de um signo independente, assertivo e impulsivo.
Os Carneiros não perdem tempo e quando tomam uma decisão, agem sobre ela de forma habitualmente rápida.
Apesar de governados por Marte e bastante temperamentais, a fúria é passageira e são em regra acolhedores e inspiradores. Apresentam qualidades como a coragem e lealdade mas também a impaciência e têm um forte sentido de individualidade.
Atraem e realçam estas qualidades também nos outros e o dia de um nativo de Carneiro começa normalmente com um entusiástico estrondo. Aparentam uma certa ingenuidade, por confiarem e acreditarem que os outros são tão directos e honestos como eles.
Histeria minha
Coelha*
Rasurado em
Pensamento
em
15:29
por
Coelha

Acordei transpirada, sobressaltada por todo aquele turbilhão de inquietações, inconstâncias e incertezas… Parecia que estava sem chão. Tive necessidade de abrir as pálpebras o mais rápido possível, para enxergar tudo que não fosse, o que eu vi naquele sonho. O coração saltitava como se não houvesse atrito que o acalmasse. Fechei com força os olhos. Vi uma luz como sinal que estava viva, e fiquei na incerteza se tudo aquilo seria mesmo real. De repente, o barulho da minha respiração parou, com a voz rouca e lenta daquele que me abraçava “Shuuu, foi só um sonho. Eu sempre estive aqui, e sempre estarei. Dorme meu amor.”. Trancou-me as pernas com as suas, pesadas e fortes. Fiquei imóvel, mas contente por ali estares. Arrastaste-me lentamente os cabelos da nuca, enquanto comecei a sentir a tua respiração quente cada vez mais perto. Beijaste-me os cabelos e um dos lóbulos. Um arrepio doce e calmante percorreu-me o corpo, como se o adormecesse lentamente. Cheguei o meu corpo, ainda mais para o teu. E assim, adormecemos os dois.
Depois acordei…
Coelha*

Hoje tive um sonho…
Acordei transpirada, sobressaltada por todo aquele turbilhão de inquietações, inconstâncias e incertezas… Parecia que estava sem chão. Tive necessidade de abrir as pálpebras o mais rápido possível, para enxergar tudo que não fosse, o que eu vi naquele sonho. O coração saltitava como se não houvesse atrito que o acalmasse. Fechei com força os olhos. Vi uma luz como sinal que estava viva, e fiquei na incerteza se tudo aquilo seria mesmo real. De repente, o barulho da minha respiração parou, com a voz rouca e lenta daquele que me abraçava “Shuuu, foi só um sonho. Eu sempre estive aqui, e sempre estarei. Dorme meu amor.”. Trancou-me as pernas com as suas, pesadas e fortes. Fiquei imóvel, mas contente por ali estares. Arrastaste-me lentamente os cabelos da nuca, enquanto comecei a sentir a tua respiração quente cada vez mais perto. Beijaste-me os cabelos e um dos lóbulos. Um arrepio doce e calmante percorreu-me o corpo, como se o adormecesse lentamente. Cheguei o meu corpo, ainda mais para o teu. E assim, adormecemos os dois.
Depois acordei…
Coelha*
Rasurado em
Loucura
em
22:26
por
Coelha




Dizei-me meus companheiros cibernautas, o que achais destas beldades que me levaram à falência hoje?
Eu prometo, que não torno a gastar dinheirinho em coisas supérfluas. Mas estes miraram-me, fizeram-me o fadinho com o seu saldo, deram-me a volta aos miolos fazendo-me acreditar, que eu seria uma Coelha bem mais realizada com eles nos meus pés, falaram-me em lugares distantes que eu poderia alcançar com eles calçados…
E depois deu nesta merda, Banca Rota! Este mês, não posso mais comprar coisas giras para mim, porque já abusei demais na conta.
Valeu a pena? O que achais?
Histérica com a Haity
Coelha*
Eu prometo, que não torno a gastar dinheirinho em coisas supérfluas. Mas estes miraram-me, fizeram-me o fadinho com o seu saldo, deram-me a volta aos miolos fazendo-me acreditar, que eu seria uma Coelha bem mais realizada com eles nos meus pés, falaram-me em lugares distantes que eu poderia alcançar com eles calçados…
E depois deu nesta merda, Banca Rota! Este mês, não posso mais comprar coisas giras para mim, porque já abusei demais na conta.
Valeu a pena? O que achais?
Histérica com a Haity
Coelha*
Rasurado em
Loucura
em
12:27
por
Coelha
Esta também merece ser partilhada convosco, porque tanto vos estimo... Não é verdade?
Mandaram-me este e-mail, e eu fiquei-me a rir. Às vezes, custa a acreditar.
Foi penhorado a um indivíduo 1/6 do vencimento. O executado, alegando dificuldades várias, requereu isenção.O Tribunal resolveu mostrar-se sensível aos argumentos do executado e... reduziu a penhora de 1/6 para... 1/5 !!!
Estas matemáticas... Ai ai!
Histeria pouco Histérica
Coelha*
Esta também merece ser partilhada convosco, porque tanto vos estimo... Não é verdade?
Mandaram-me este e-mail, e eu fiquei-me a rir. Às vezes, custa a acreditar.
Foi penhorado a um indivíduo 1/6 do vencimento. O executado, alegando dificuldades várias, requereu isenção.O Tribunal resolveu mostrar-se sensível aos argumentos do executado e... reduziu a penhora de 1/6 para... 1/5 !!!
Estas matemáticas... Ai ai!
Histeria pouco Histérica
Coelha*
Rasurado em
Coisas fantásticas
em
22:43
por
Coelha
E por falar em pezinhos e contos de fadas nos pés e tudo e tudo e tudo.
Vou-vos mostrar o que comprei hoje. Umas coisas lindas que me deixaram esta cabeça histérica de sentimentos felizes e doces.
Digam-me o que pensam destes dois pares amorosos, que me fizeram uma cantada daquelas!, que me puseram logo K.O, assim num abrir e fechar de olhos.
Vou-vos mostrar o que comprei hoje. Umas coisas lindas que me deixaram esta cabeça histérica de sentimentos felizes e doces.
Digam-me o que pensam destes dois pares amorosos, que me fizeram uma cantada daquelas!, que me puseram logo K.O, assim num abrir e fechar de olhos.

Estes verdinhos, ficam mesmo bem no vestidinho, não ficam?

E os pretos são aqueles que ficam sempre bem!
Histeria do consumismo exacerbado
Coelha*
Rasurado em
Foda-se
em
22:34
por
Coelha


Gosto tanto destes meus chinelinhos fashions, que eu comprei com tanto amor, e que me fazem sentir uma Coelha especial. E não é, que estes malandros, esquartejaram-me os pés? É pura maldade para comigo.
Logo eu, que tanto sonhei com eles, depois de os ter visto e lhes ter resistido. Empenhei o meu anel de rubi, e tudo!, que me foi dado num sonho que tive num Sábado à noite, mais Domingo de manhã, depois de uma valente borracheira... e acontece-me isto? Pés esquartejados, feitos num oito?
É maldade meus amigos, acreditem… é!
Histeria da desilusão
Coelha*


Gosto tanto destes meus chinelinhos fashions, que eu comprei com tanto amor, e que me fazem sentir uma Coelha especial. E não é, que estes malandros, esquartejaram-me os pés? É pura maldade para comigo.
Logo eu, que tanto sonhei com eles, depois de os ter visto e lhes ter resistido. Empenhei o meu anel de rubi, e tudo!, que me foi dado num sonho que tive num Sábado à noite, mais Domingo de manhã, depois de uma valente borracheira... e acontece-me isto? Pés esquartejados, feitos num oito?
É maldade meus amigos, acreditem… é!
Histeria da desilusão
Coelha*
Rasurado em
Pensamento
em
14:39
por
Coelha
Rasurado em
Coisas fantásticas
em
14:09
por
Coelha
E pronto, mais uma vez fantástico. Tanto ele como ela. Gostei!
Coelha*
E pronto, mais uma vez fantástico. Tanto ele como ela. Gostei!
Coelha*
Rasurado em
Porreiro
em
12:19
por
Coelha
Rasurado em
Vida
em
23:48
por
Coelha


Amo a minha cidade. E digo-o vezes sem fim. Sinto-me bem a corrê-la de lés-a-lés. A descobrir todos os seus encantos ocultos.
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.
Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!
Histeria do meu coração
Coelha*
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.
Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!
Histeria do meu coração
Coelha*
Rasurado em
Coisas
em
11:21
por
Coelha
Rasurado em
Modernices
em
20:16
por
Coelha


Então o nosso Cristiano Ronaldo é pai? E apresenta a notícia, não querendo nos dizer quem é a progenitora, como se a cria fosse produção individual? Quanto dinheirinho, ele deu à mamã do seu rebento para pô-la afónica?
Ai Cris, Cris, não me digas que queres ser o Michael Jackson do futebol.
Ora se esta história se desse no mundo real, que é o nosso, o seu casamento com a bela da Irina estaria à beira de um precipício. Mas como estamos a falar do nosso Cris Ronaldo, que apesar de brejeiro, tem uma conta bancária, que ai Jesus!, tudo fica igual. Como se um filho sem progenitora caído do céu, fosse como um cano de esgoto arrebentado. Concerta-se, limpa-se a sujidade e está tudo resolvido.
É assim mesmo, és um exemplo a seguir.
Histeria da paternidade
Coelha*
Ora se esta história se desse no mundo real, que é o nosso, o seu casamento com a bela da Irina estaria à beira de um precipício. Mas como estamos a falar do nosso Cris Ronaldo, que apesar de brejeiro, tem uma conta bancária, que ai Jesus!, tudo fica igual. Como se um filho sem progenitora caído do céu, fosse como um cano de esgoto arrebentado. Concerta-se, limpa-se a sujidade e está tudo resolvido.
É assim mesmo, és um exemplo a seguir.
Histeria da paternidade
Coelha*
Rasurado em
Foda-se
em
01:48
por
Coelha


Peço desculpa pela linguagem que vou utilizar no parágrafo abaixo.
Fico verdadeiramente fodida (leram bem), FODIDA!, por saber que vêm copiar as merdas que eu escrevo.
E pá, já disse isto aqui uma vez, as pessoas não têm personalidade, só sabem copiar os outros. E quando digo copiar, é copiar literalmente e textualmente.
Às vezes ando em blogues que são autênticos plágios uns dos outros. Assuntos iguais, maneiras de escrever iguais, até a imagem dos espaços é idêntica. Para piorar (se ainda parecia impossível), até usam expressões iguais!
Fico descrente deste povo português. Vocês deviam olhar para mim (não sendo exemplo em grande coisa), desde quando é que eu escrevo bem? Desde nunca. Mas o que escrevo, sai desta cachola que Deus me deu. Bem ou mal, tudo que escrevo está relacionado comigo e com a minha forma de ver as coisas.
Faço-o porque me sabe bem, e não para provar alguma coisa.
Ao menos copiem textos de grandes senhores/as da escrita, que escrevam verdadeiros artigos jornalísticos. E não por mim, que só escrevo coisas relacionadas COMIGO mesma, entendem?
E pronto, fico fodida. E se digo que fico fodida, fico mesmo, mesmo fodida!
Vou ter de pôr aqui um truquezinho, que não permite o copy/paste, que eu sei que é possível.
Vai ter que ser, porque eu não gosto de ser fodida sem a minha especial autorização. Pois é, eu sou assim… Fodida!
Histeria do rachar crânios
Coelha*
Fico verdadeiramente fodida (leram bem), FODIDA!, por saber que vêm copiar as merdas que eu escrevo.
E pá, já disse isto aqui uma vez, as pessoas não têm personalidade, só sabem copiar os outros. E quando digo copiar, é copiar literalmente e textualmente.
Às vezes ando em blogues que são autênticos plágios uns dos outros. Assuntos iguais, maneiras de escrever iguais, até a imagem dos espaços é idêntica. Para piorar (se ainda parecia impossível), até usam expressões iguais!
Fico descrente deste povo português. Vocês deviam olhar para mim (não sendo exemplo em grande coisa), desde quando é que eu escrevo bem? Desde nunca. Mas o que escrevo, sai desta cachola que Deus me deu. Bem ou mal, tudo que escrevo está relacionado comigo e com a minha forma de ver as coisas.
Faço-o porque me sabe bem, e não para provar alguma coisa.
Ao menos copiem textos de grandes senhores/as da escrita, que escrevam verdadeiros artigos jornalísticos. E não por mim, que só escrevo coisas relacionadas COMIGO mesma, entendem?
E pronto, fico fodida. E se digo que fico fodida, fico mesmo, mesmo fodida!
Vou ter de pôr aqui um truquezinho, que não permite o copy/paste, que eu sei que é possível.
Vai ter que ser, porque eu não gosto de ser fodida sem a minha especial autorização. Pois é, eu sou assim… Fodida!
Histeria do rachar crânios
Coelha*
Rasurado em
Pensamento
em
13:17
por
Coelha


E por falar em amizades. Sempre que fazemos uma saída só de gajas, conversamos bastante, e discutimos várias questões das nossas vidas. Questões particulares de cada uma, opinando sobre os assuntos até à exaustão.
E quando toca a falarmos de mim?, a história vai sempre parar ao mesmo. Então, elas tentam descodificar certas atitudes que eu tenho relativamente a certas pessoas e vice-versa.
Falam-me da vida de uma forma apaixonante, e das minhas próprias histórias como se fossem matéria para um verdadeiro romance.
Prevêem finais felizes, histórias de príncipes, lutas pela vida, romantismo e muito amor, suores apaixonantes e sentimentos camuflados pelo tempo, que no futuro se demonstram mais fortes e vigorosos.
Às vezes pouso a cabeça sobre as mãos e riu imenso com aquilo, e acho piada, visualizarem assim, o que conhecem das minhas próprias histórias.
Mas a verdade, e como já lhes disse, por norma tentamos entender a vida da forma que mais nos convém. Da forma mais bela e mais perfeita de acordo com o que acreditamos. Tentamos ver o positivismo das coisas que acontecem, procurando um sinal nas acções dos outros de acordo com as nossas vontades. Mas depois se pensarmos friamente nas coisas, vemos que há situações que acontecem porque sim. Não há nada para descodificar ou tentar entender. Acontecem e pronto. Não podemos passar a vida a tentar entender cada passo dos outros relativamente a nós e cada acontecimento da vida. Os chamados “sinais”.
As coisas acontecem, e se não há nada para além do visível das atitudes dos outros ou dos acontecimentos, não podemos passar o tempo a tentar entender o que não existe.
Às vezes pensamos demais, quando deveríamos ser mais práticos.
E quando toca a falarmos de mim?, a história vai sempre parar ao mesmo. Então, elas tentam descodificar certas atitudes que eu tenho relativamente a certas pessoas e vice-versa.
Falam-me da vida de uma forma apaixonante, e das minhas próprias histórias como se fossem matéria para um verdadeiro romance.
Prevêem finais felizes, histórias de príncipes, lutas pela vida, romantismo e muito amor, suores apaixonantes e sentimentos camuflados pelo tempo, que no futuro se demonstram mais fortes e vigorosos.
Às vezes pouso a cabeça sobre as mãos e riu imenso com aquilo, e acho piada, visualizarem assim, o que conhecem das minhas próprias histórias.
Mas a verdade, e como já lhes disse, por norma tentamos entender a vida da forma que mais nos convém. Da forma mais bela e mais perfeita de acordo com o que acreditamos. Tentamos ver o positivismo das coisas que acontecem, procurando um sinal nas acções dos outros de acordo com as nossas vontades. Mas depois se pensarmos friamente nas coisas, vemos que há situações que acontecem porque sim. Não há nada para descodificar ou tentar entender. Acontecem e pronto. Não podemos passar a vida a tentar entender cada passo dos outros relativamente a nós e cada acontecimento da vida. Os chamados “sinais”.
As coisas acontecem, e se não há nada para além do visível das atitudes dos outros ou dos acontecimentos, não podemos passar o tempo a tentar entender o que não existe.
Às vezes pensamos demais, quando deveríamos ser mais práticos.
Quem quer estar connosco? Faz por isso, e não vai deixar de estar.
Quem gosta de nós? Diz-nos, e não tenta esconder por isto ou por aquilo.
Não estamos com alguém? É porque não sentimos vontade.
E por aí adiante.
Histeria do pensar demais
Coelha*
Quem gosta de nós? Diz-nos, e não tenta esconder por isto ou por aquilo.
Não estamos com alguém? É porque não sentimos vontade.
E por aí adiante.
Histeria do pensar demais
Coelha*
Rasurado em
Amizade
em
12:44
por
Coelha


Hoje pus-me a pensar nas pessoas que ganhei e perdi na vida.
Quando falo em ganhar e perder, refiro-me àqueles com quem convivo e àqueles que perdi o contacto.
Posso dizer que já ganhei mais do que perdi… em qualidade. É giro pensar na quantidade de gente que já passou pelas nossas vidas, as quais que contemplávamos como amigas para a vida inteira, e que de um momento para o outro, já nem nos lembramos que existem.
Como estas coisas acontecem? As pessoas não seguem os mesmos caminhos. Há vários factores que afastam as pessoas. Como profissionais, estudantis, amorosos, familiares…
E as pessoas perdem-se pelo caminho, esquecem-se umas das outras com o tempo. E quando se encontram?, comportam-se como verdadeiros estranhos.
Isto aconteceu e continua a acontecer com todos nós. Mas isto faz-me pensar, muito sinceramente, que as pessoas que vão ficando são mesmo as verdadeiramente importantes. Aquelas que por um factor inexplicável (ou lá o que é), são compatíveis bem ou mal e precisam de nós tal como nós delas.
Então o tempo passa e ficamos a fazer contas… ao número de pessoas, que partilhou coisas connosco num dia, e no outro se foram. E daquelas que sempre estiveram por perto, bem ao mal.
São os amigos, são aqueles que nos seguem, são aqueles que partilham das mesmas histórias, aqueles que estão sempre por perto sem entendermos o porquê. Esses mesmos que quando estamos sós e descrentes da vida, são os primeiros de quem nos lembramos para chorar, ou para contar a bomba feliz da nossa vida.
Então, eu tenho visto, que ao longo dos anos tenho mesmo limado o meu disco rígido de amizades. Que se tem tornado cada vez mais puro e autêntico.
Tenho sorte, eu sei que tenho.
Histeria da amizade pura
Coelha*
Quando falo em ganhar e perder, refiro-me àqueles com quem convivo e àqueles que perdi o contacto.
Posso dizer que já ganhei mais do que perdi… em qualidade. É giro pensar na quantidade de gente que já passou pelas nossas vidas, as quais que contemplávamos como amigas para a vida inteira, e que de um momento para o outro, já nem nos lembramos que existem.
Como estas coisas acontecem? As pessoas não seguem os mesmos caminhos. Há vários factores que afastam as pessoas. Como profissionais, estudantis, amorosos, familiares…
E as pessoas perdem-se pelo caminho, esquecem-se umas das outras com o tempo. E quando se encontram?, comportam-se como verdadeiros estranhos.
Isto aconteceu e continua a acontecer com todos nós. Mas isto faz-me pensar, muito sinceramente, que as pessoas que vão ficando são mesmo as verdadeiramente importantes. Aquelas que por um factor inexplicável (ou lá o que é), são compatíveis bem ou mal e precisam de nós tal como nós delas.
Então o tempo passa e ficamos a fazer contas… ao número de pessoas, que partilhou coisas connosco num dia, e no outro se foram. E daquelas que sempre estiveram por perto, bem ao mal.
São os amigos, são aqueles que nos seguem, são aqueles que partilham das mesmas histórias, aqueles que estão sempre por perto sem entendermos o porquê. Esses mesmos que quando estamos sós e descrentes da vida, são os primeiros de quem nos lembramos para chorar, ou para contar a bomba feliz da nossa vida.
Então, eu tenho visto, que ao longo dos anos tenho mesmo limado o meu disco rígido de amizades. Que se tem tornado cada vez mais puro e autêntico.
Tenho sorte, eu sei que tenho.
Histeria da amizade pura
Coelha*
Rasurado em
Alegria
em
20:59
por
Coelha

Um Gigantesco, Enorme, Bigalhaço e Gordo Beijinho para o Neisseria Gonorrhoeae!
Gosto muito de ti, sempre me seguiste nesta aventura que é a blogosfera e os teus palpites sempre foram importantes para mim =)
Não estava à espera deste miminho no teu blogue, mas quero que saibas que amei!

Mais uma vez, beijinhos! =')
Histeria da mimalhice
Coelha*

Um Gigantesco, Enorme, Bigalhaço e Gordo Beijinho para o Neisseria Gonorrhoeae!
Gosto muito de ti, sempre me seguiste nesta aventura que é a blogosfera e os teus palpites sempre foram importantes para mim =)
Não estava à espera deste miminho no teu blogue, mas quero que saibas que amei!

Mais uma vez, beijinhos! =')
Histeria da mimalhice
Coelha*
Subscrever:
Mensagens (Atom)










