Ok… Isto não é propriamente decente, mas ri-me tanto que vou ter de partilhar convosco.
Homens deste país? Aprendam umas coisas com estas bocas de lavagem.
Histeria da taradice
Coelha*
Ok… Isto não é propriamente decente, mas ri-me tanto que vou ter de partilhar convosco.
Homens deste país? Aprendam umas coisas com estas bocas de lavagem.
Histeria da taradice
Coelha*

A minha consideração, sobre este processo nojento, de seu nome Casa Pia.
Ora eu não sabia, que neste país, que eu idolatro com todo o meu coração, considerava que o bem-estar de uma criança, valesse tão pouco, que quem perturbasse os direitos da mesma, tivesse uma punição tão benevolente, ou simplesmente não tivesse nenhuma.
Fico triste, descrente, e no meio da revolta, às vezes até sinto vergonha do país onde vivo.
Também penso, se uma coisa destas acontecesse a alguém dos meus, e se fosse obrigada a assistir a esta impunidade toda…
Infelizmente, começo a achar, que para se fazer justiça neste país, só há uma forma… É fazer-se pelas próprias mãos.
Gente nojenta. Dão-me vómitos. É doentio, a forma como continuam a proferir a inocência.
Histeria da revolta
Coelha*

Já há algum tempo, que pensava repetidamente em escrever algo com um título deste género “A Coelha e a Teia de Aranha.”.
Nunca me decidi, e dei asas à piadola que era a minha vida, e nunca a passei para papel.
Mas actualmente, hoje, estão a ver?, estava numa de escrever algo com este título “E a Teia de Aranha o Vento Levou.”.
Sou uma gaja cheia de ideias, não há réstia de dúvidas… Ainda não escrevi, sobre o primeiro tema, mas já tenho um segundo… Estão a ver a coisa?
Não pois não?
Pois… Já calculava…
Estão curiosos? Se isto do “E a Teia de Aranha o Vento Levou.”, se tornar nalgo sério e certo… eu adoço-vos a curiosidade.
Agora? Vou passear, que a minha última semana de férias está na recta final.
Histeria da novidade
Coelha*

A volta triunfante (ou não), da Coelha está para breve. Esta volta, deve-se ao facto de as férias estarem na recta final (que merda de vida) e então estou numa de recuperar tudo de volta.
O despertador, as viagens secantes, o não ter tempo para nada, o andar constantemente a programar o meu tempo e a queixar-me que a minha vida é um drama... e a minha rotina diária que é a única que me proporciona verdadeiros momentos felizes… escrever no meu blog!
Ohhhhhhhhhhhh…
Vamos soltar todos, umas lágrimas? Sou tão querida às vezes que até me emociono a mim própria.
Estão avisadinhos meus amigos da blogosfera, vou voltar à carga o mais cedo possível, e vou começar a invadir os vossos espaços à procura de boas novidades… contem com isso!
Abracinhos e beijinhos a todos vocês que passam aqui só para me ler =’)
Histeria mais que saudosista
Coelha*

Borboletas.
Que vão batendo as asas, ao de leve, e me deixam ansiosa com o passo seguinte.
Borboletas.
Que produzem algum alucinogénio no meu corpo e me deixam irrequieta com o futuro.
Borboletas.
Que me provocam aquele nervoso miudinho, só por saber, que existe uma próxima.
Borboletas.
As únicas, que me oferecem o dom de sonhar, e de poder achar, que tudo poderá ser possível.
Borboletas.
São o símbolo dos sentimentos incógnitos e indecifráveis.
Borboletas.
Que já as julgava extintas dentro do meu corpo, de mulher sem esperança.
Borboletas.
Que renascem em mim, timidamente, como sinal que tudo pode acontecer e que nada é impossível.
Coelha*
Ontem ia-me dando um ataque cardíaco. Ia-me dando uma coisinha má, tipo… ia perdendo…
“Eu te caço gata! Não vou esquecer você não. Daqui a cinco meses eu estou de volta e vou-te encontrar… Juro!”
E mais não digo, porque…
É…
Coelha*
Divertimo-nos imenso… Basicamente, basicamente? Pouco andamos…
Meia dúzia de passos… “Ah e tal, vamos parar para comer.”.
Mais meia dúzia… “Humm, já se comia não?”.
Foi um dia interessantíssimo, dedicado às reflexões e à parvalheira total. Também serviu para não nos queixarmos muito dos preços dos transportes públicos da nossa Invicta. Passamos a dar um certo valor até.
Saímos à aventura. Decidimos ir de comboio com as mochilas às costas… tudo muito bem. Mas agora, façam contas comigo e pensem se isto cabe na cabeça de alguém…
A viagem de comboio de ida e volta, Porto-Aveiro, Aveiro-Porto ficou por 4.40€. Acessível, mas mesmo assim não compensa, porque esse dinheiro num carro dava para irmos e vir e não ter de andar com as trouxas às costas... mas mesmo assim? Achamos que valia a pena pela aventura.
Depois de lá estarmos, às 9:00 h da manhã, decidimos rumar até à Praia da Barra. Como a estação não era perto da mesma, dirigimo-nos aos autocarros.
Preço de ida e volta? 3.80€!
Comecei-me a rir. É que só podia ser gozo. Então, eu venho do Porto para Aveiro, e pago quase tanto como andar de autocarro dentro de Aveiro?
Se não me falha a memória, a rede de autocarros dava-se pelo nome de Aveirense. Deixo desde já aqui a demonstração do meu descontentamento e a má publicidade, porque pareceu-se demasiadamente ridículo e explorador.
Fora isso, diverti-me imenso… mas não, não fomos para a praia. Andamos a conhecer melhor a cidade.
E pronto, é esta a minha vida.
Histeria dos roteiros
Coelha*

Muito se fala em traição. Há várias formas de se poder trair alguém, e na realidade?, acredito que não haverá sensação mais devastadora, do que a do se saber que se foi traído.
No caso das relações, há quem murmure coisas do género “Amorzinho, eu a ti?, não te traio nem em pensamentos!”.
Já ouvi isto várias vezes, ora dirigido a mim, quando era eu o “Amorzinho”, ora dirigido a “alguéns”, que fazem parte do meu leque de amizades.
Somos animais racionais. Mas apesar de termos a capacidade de reflectir e questionar… viemos com um defeito nas zonas erógenas, que agem como ímanes, que como puro magnetismo, puxam a capacidade de pensar para estas áreas e lá se vai o cérebro, com uma pinta que só visto.
Não me venham agora dizer, que quando uma boa oportunidade surge, há quem não caia. É que na realidade, a racionalidade vai-se… evapora-se!
A oportunidade faz o ladrão, já dizia não sei quem (mas aposto que quem emitiu estas palavras era ladrão)… e é a realidade.
Quando se fala nas vontades carnais, lá se vai o racionalismo por água abaixo. Deixam de existir planos, uma pessoa amada, os votos prometidos… tudo é esquecido. Há que satisfazer as vontades e depois logo se vê, se se consegue viver com a culpa, ou então logo se pensa numa forma de omiti-la.
Hoje disse a alguém, que já não acredito no Pai Natal. E não há realidade mais cruel que esta.
Também se costuma dizer por estas bandas, que Nas costas dos outros vemos as nossas, então se o que eu mais vejo, é gente com grandes cabides na testa, enquanto se acham seres abençoados por terem a pessoa amada do seu lado, sem imaginarem os adereços que exibem, vou ser eu… EU?, a gaja neste mundo, que vou ter agora, a sorte, de ter um relacionamento perfeito, apaixonado, e com muito respeito à mistura?
Poupem-me. Falem-me em coisas reais.
Histeria dos conjugues
Coelha*

Enlouqueci de vez?
Talvez… há quem pense que sim, ou há quem nem pense nada.
Sinto-me uma pateta nestes últimos dias. Ando com a cabeça na lua e com um sorriso parvo. Sei o porquê, mas não o entendo muito bem. Dou por mim a pensar, nas probabilidades sim e nas não. E por norma?, a enumerar com mais frequência uns nãos que uns sins esperançosos.
Nada faz sentido; nada tem realmente importância; nada é algo concreto.
Mas eu enlouqueci, e ando meia estúpida.
Ando constipada, algo chato de tolerar, quando o calor está de matar. Na verdade, também ando com o nariz bastante congestionado, ando ranhosa vá, e este facto faz-me pensar, se não terá sido a mucosa, que me subiu ao cérebro e me anda a fazer delirar.
Como não há, respostas científicas, para este turbilhão de questões, que me atormentam esta cabeça de Coelha, vou-me resignar às mesmas e tentar encontrar respostas nos próximos tempos. Quando souber alguma coisa?, eu comunico-vos de uma forma mais explicita e explicativa.
Chega de confusão.
Histeria dos novos ventos
Coelha*







O começo das férias, têm sido dedicadas a passar algum tempo com aqueles, com quem não consigo estar, com muita frequência. A questão incessante que se tem dado, e que já se dá há aproximadamente dois anos, é a seguinte “E de amores? Como é que isso anda?”.
Isto dantes?, irritava-me… Agora?, dá-me vontade de rir. É normal que esta questão se dê, porque na verdade, está tudo comprometido, e bem comprometido, e aos olhos destes, já começa a ser estranho a Coelha não arranjar ninguém.
“Será que descobriu que é lésbica?”
“Será que anda com um gajo que não devia, e não o apresenta?”
Faço ideia, a quantidade de estigmas, que já devem andar a rolar nas conversas de café.
Um gajo sem compromisso é um doidivanas saudável. Uma gaja sem compromisso, é uma frígida, que não deve gostar de sexo (isto, se não andar aí em público, com este e com aquele, conforme o que combinar mais com a situação).
Vou acabar com algumas dúvidas…
Conclusão deste item?, é de que tem de haver um misto de tudo.
Prometo meus amigos, que se tal acontecer, eu não vou conseguir manter o sigilo. Por pura amizade! Acreditem nisso!
Isto de ser uma Coelha solteira é complicado, dá conversa para dar e vender. E para questionários? Tenho ali duas pastas, cheiinhas deles. Já prometi, que entrego para o próximo ano.
Histeria da coscuvilhice
Coelha*







E neste fim-de-semana, por aqui?, andava-se assim…
Estou ligadíssima a este meu casaquinho de ganga, que tem menos anos que eu, mas poucos!, e que sempre guardei com muito carinho. Na verdade eu sempre gostei dele. E agora voltou-se a usar, e eu adoro usá-lo.
Esta minha carteirinha, foi um pequeno luxo que a minha mamã me ofereceu, depois de uma hora de almoço, cheia de cansaço. Ora lá está, alinhou logo na brincadeira, para não perder muito tempo a dizer-me que era melhor não. Uma querida, eu sei.
E pronto, é isto. Sou uma Coelha satisfeita com os seus trapinhos.
Histeria da vestimenta
Coelha*