Sabem, quando temos o prazer de fazer parte de uma empresa, onde todos se sentem contentes por lá trabalhar?
Onde todos os trabalhadores, são companheiros?
Onde o ambiente é óptimo, e passamos lá o tempo com prazer?
Quando vemos o esforço de todos, para pôr essa empresa para cima?
Quando a esperança é nítida?
Quando estamos num sítio, onde as pessoas, nos transmitem conhecimento, sem pedirem nada em troca?
E nesse mesmo sítio, fazem questão de nos dizerem, que estão contentes com o nosso trabalho?
E que nos querem ver lá a trabalhar?

Saaabem qual é a sensação de se saber que essa GRANDE empresa, que nos acolheu tão bem, fechou as portas?

Empresa essa, que acolhia centenas de trabalhadores? Que era das maiores e melhores da sua área?

Dói-me a barriga. Estou triste por saber, que não vou poder voltar para lá, para o meu último estágio.

Histeria da frustração

Coelha*



Hoje, andei a dar uma vista de olhos no site da Mango, e fiquei com uns pensamentos maus…
Fiquei com vontade de assaltar uma loja da Mango e trazer tudo que está lá dentro (só as coisas que correspondam ao meu tamanho, como é claro), e senti-me mal comigo mesma.
Eu não gosto de me auto-intitular de fútil, mas na realidade eu sou-o. Muitas vezes sou-o e acho mau.
Às vezes dou por mim, a imaginar qual será a próxima coisa gira que vou comprar para mim…
Mas uma coisa é certa, fútil ou não fútil, não vivo em função destas coisas, do que se usa, do que está na ribalta… Vivo em função de ver uma coisa e gostar, e posteriormente?, ver se vale a pena ou não comprar.
Mas meus amigos, se alguém quiser dar uso àquela palavra maravilhosa – CARIDADE- com a Coelha, e me quiser enviar um cheque-prenda da Mango, para eu me sentir mais feliz, pode comunicar-me tal acontecimento, pelo e-mail aqui do poiso ahisteriafeminina@gmail.com e vos enviarei com todo o goooosto do mundo, a minha morada para mo enviarem. E sim, estou a brincar! Ahahaha.

Gosto de tudo, mas o que me tirou assim, mesmo, mesmo, mesmo do sério, foram estes três pares de botins. Sinto que preciso deles!

Histeria fútil

Coelha*

Centro de Saúde = Drama

Hoje vi com clareza, o que significa precisar dos Centros de Saúde neste país.
Às 6:30 da matina, a Coelha já se encontrava à porta do Centro para guardar a vez. Isto tudo, porque a minha médica de família já está de baixa, aproximadamente há três anos, e consequentemente tenho de me sujeitar a este tipo de coisas, para conseguir uma vaga de outro médico qualquer, para me passarem uma merda de uns exames.
Depois, é só ver o pessoal a exaltar-se, a querer passar à frente… E por norma?, quem toma este tipo de atitudes, são aqueles que nitidamente devem ser fieis ao Centro e que não devem fazer outra coisa, senão estar lá consecutivamente a queixarem-se da dor que sentem no dedo mindinho.
Agora, depois de estar à porta deste as 6:30 da manhã, e ter conseguido ser a quarta da fila, não há consultas de manhã! Nããããão! “Oh minha cambada de burros, agora esperem até às 16 horas, porque só a partir dessa altura é que se fazem inscrições. "


Um dia perdido por causa de uns exames minha gente. Agora eu pergunto-me, se tivesse algum problema urgente quanto tempo teria de esperar?
A minha rica mãezinha Coelha bem diz, que o dinheiro serve para estas coisas. Porque infelizmente neste país quem não tem possibilidades bem morre à espera de tratamento.

E é esta a realidade que temos… é triste, mas é esta!

Histeria da revolta

Coelha*

Hoje encontro-me particularmente de mau humor - vai-se lá saber o porquê – e chateada.
Não estou bem… Não, eu não estou mesmo bem…

Coelha*

Confesso…


Estou a passar a melhor fase da minha vida!
Ando no mundo da lua, sinto-me patética, estupidamente feliz, parva de tão sortuda, ridícula de tão sorridente…
A paixão provoca-nos destas coisas… E eu já me tinha esquecido, o quanto é bom!
Tanta magia nesta minha vida, que passou tanto tempo sem cor, sem luz, sem nada que lhe desse aquele toque especial...
E é esta a minha vida, estou naquela fase em que só me apetece… Grrrrrrr, estar nas nuvens com quem me deixa nas nuvens!
Vou ali suspirar e já venho!

Histeria tresloucada

Coelha*


Conclusão do dia:

Estar apaixonada é óptimo! Só é pena, os danos colaterais que ficam visíveis, na minha querida cara, que Deus me deu.
Quem disse que gostar de homens era fácil? A barba de um gajo, deixa-nos em obras!



Coelha*








Já me ia esquecendo…

Em relação às Feiras Novas, aqui fica a minha apreciação sobre este tema…

Adorei, adorei, adorei!

Gente, gente e gente que nunca mais acabava, muita musiquinha, tudo aos pinchos e a dançar, muita confusão e calor humano, ri-me como uma perdida… Posso dizer, que para o ano estou lá batida. É a festa mais gira que conheço!

Aconselho! Só tenho pena de não a ter conhecido mais cedo, porque realmente?, é fantástico o ambiente que se vive nesta festa.

E viva Ponte de Lima!

Não consegui tirar fotos ao panorama da festa, visto a confusão ser muita e praticamente não me conseguir mexer… Mas aqui ficam, algumas fotos que comprovam, a diversão que se viveu…



Histeria do divertimento louco


Coelha*



Parabéns A Histeria Feminina!

Um aninho de existência! Como o tempo passa a correr...


Ainda me lembro do dia, em que liguei o meu portátil, com o intuito de criar o meu espaço neste mundo que é a internet. Não conhecia nenhum blogue, nem sabia o que representava ter um, mas tinha a vontade de escrever umas tretas, sobre o que penso e o que vejo, e partilhar com quem fosse possível.

Valeu a pena, e não faço intenções de largar este meu canto tão cedo.

Dantes falava da Histeria como sendo a minha cria, agora posso dizer, que a minha cria, já começa a ficar bem nutrida de bons seguidores, gente mais que esperta, bons amigos, algumas visitas e muita troca de ideias.


E é isto! Vou festejar e já venho…



Histeria comemorativa

Coelha*



Já ouviram falar das Feiras Novas? Aquela festarola que se realiza em Ponte de Lima?

Se ainda não ouviram, pesquisem. Se sim… que me têm a dizer sobre ela? Ãh?

Ora bem… Já ouvi, falar muito bem, da festa. Dizem até!, que a diversão não acaba. Até amigos meus do sul do país, me falaram da mesma, e eu que não estou assim tão longe de Ponte de Lima, nunca lá pus os pés nesta época festiva.

Mas para contrariar esta realidade, hoje à noite rumamos para lá. Vou ver se não me esqueço de levar a máquina fotográfica, para tirar umas fotos, para amanhã vos mostrar.


Se andarem por lá?, é favor de não esquecerem de cumprimentar a Coelha, sim?



Histeria da festança do vai for


Coelha*



E já agora… Como gente chique é outra coisa…


A Coelha já aparece nas revistas e tudo! Há com cada coisa, que eu vou-vos dizer minha gente… Oh se há!



Histeria do social



Coelha*



Porque as coisas boas são para ser partilhadas (nem todas, vá…), aqui fica a prova de como estes meus últimos dias têm sido… assim… Mais que óptimos!



Histeria da baba a cair-me pela beiça abaixo



Coelha*

Ok… Isto não é propriamente decente, mas ri-me tanto que vou ter de partilhar convosco.

Homens deste país? Aprendam umas coisas com estas bocas de lavagem.

Histeria da taradice

Coelha*



Ultimamente e daqui para a frente, só podem encontrar a Coelha por aí, assim… Agarrada à sua cenourinha! Vejam bem como é a vida, Coelha e cenoura tem tudo a ver… E eu que nunca tinha pensado nisto…



Loves is in the air…



Coelha*


A minha consideração, sobre este processo nojento, de seu nome Casa Pia.



Ora eu não sabia, que neste país, que eu idolatro com todo o meu coração, considerava que o bem-estar de uma criança, valesse tão pouco, que quem perturbasse os direitos da mesma, tivesse uma punição tão benevolente, ou simplesmente não tivesse nenhuma.

Fico triste, descrente, e no meio da revolta, às vezes até sinto vergonha do país onde vivo.

Também penso, se uma coisa destas acontecesse a alguém dos meus, e se fosse obrigada a assistir a esta impunidade toda…

Infelizmente, começo a achar, que para se fazer justiça neste país, só há uma forma… É fazer-se pelas próprias mãos.


Gente nojenta. Dão-me vómitos. É doentio, a forma como continuam a proferir a inocência.



Histeria da revolta


Coelha*



Já há algum tempo, que pensava repetidamente em escrever algo com um título deste género “A Coelha e a Teia de Aranha.”.

Nunca me decidi, e dei asas à piadola que era a minha vida, e nunca a passei para papel.

Mas actualmente, hoje, estão a ver?, estava numa de escrever algo com este título “E a Teia de Aranha o Vento Levou.”.

Sou uma gaja cheia de ideias, não há réstia de dúvidas… Ainda não escrevi, sobre o primeiro tema, mas já tenho um segundo… Estão a ver a coisa?


Não pois não?


Pois… Já calculava…


Estão curiosos? Se isto do “E a Teia de Aranha o Vento Levou.”, se tornar nalgo sério e certo… eu adoço-vos a curiosidade.

Agora? Vou passear, que a minha última semana de férias está na recta final.



Histeria da novidade



Coelha*



A volta triunfante (ou não), da Coelha está para breve. Esta volta, deve-se ao facto de as férias estarem na recta final (que merda de vida) e então estou numa de recuperar tudo de volta.

O despertador, as viagens secantes, o não ter tempo para nada, o andar constantemente a programar o meu tempo e a queixar-me que a minha vida é um drama... e a minha rotina diária que é a única que me proporciona verdadeiros momentos felizes… escrever no meu blog!


Ohhhhhhhhhhhh…


Vamos soltar todos, umas lágrimas? Sou tão querida às vezes que até me emociono a mim própria.

Estão avisadinhos meus amigos da blogosfera, vou voltar à carga o mais cedo possível, e vou começar a invadir os vossos espaços à procura de boas novidades… contem com isso!


Abracinhos e beijinhos a todos vocês que passam aqui só para me ler =’)


Histeria mais que saudosista


Coelha*



Borboletas.

Que vão batendo as asas, ao de leve, e me deixam ansiosa com o passo seguinte.


Borboletas.

Que produzem algum alucinogénio no meu corpo e me deixam irrequieta com o futuro.


Borboletas.

Que me provocam aquele nervoso miudinho, só por saber, que existe uma próxima.


Borboletas.

As únicas, que me oferecem o dom de sonhar, e de poder achar, que tudo poderá ser possível.


Borboletas.

São o símbolo dos sentimentos incógnitos e indecifráveis.


Borboletas.

Que já as julgava extintas dentro do meu corpo, de mulher sem esperança.


Borboletas.

Que renascem em mim, timidamente, como sinal que tudo pode acontecer e que nada é impossível.



Coelha*

Ontem ia-me dando um ataque cardíaco. Ia-me dando uma coisinha má, tipo… ia perdendo…

“Eu te caço gata! Não vou esquecer você não. Daqui a cinco meses eu estou de volta e vou-te encontrar… Juro!”

E mais não digo, porque…

É…

Coelha*


Dia passado na terra dos Ovos Moles!

Divertimo-nos imenso… Basicamente, basicamente? Pouco andamos…

Meia dúzia de passos… “Ah e tal, vamos parar para comer.”.

Mais meia dúzia… “Humm, já se comia não?”.

Foi um dia interessantíssimo, dedicado às reflexões e à parvalheira total. Também serviu para não nos queixarmos muito dos preços dos transportes públicos da nossa Invicta. Passamos a dar um certo valor até.

Saímos à aventura. Decidimos ir de comboio com as mochilas às costas… tudo muito bem. Mas agora, façam contas comigo e pensem se isto cabe na cabeça de alguém…

A viagem de comboio de ida e volta, Porto-Aveiro, Aveiro-Porto ficou por 4.40€. Acessível, mas mesmo assim não compensa, porque esse dinheiro num carro dava para irmos e vir e não ter de andar com as trouxas às costas... mas mesmo assim? Achamos que valia a pena pela aventura.

Depois de lá estarmos, às 9:00 h da manhã, decidimos rumar até à Praia da Barra. Como a estação não era perto da mesma, dirigimo-nos aos autocarros.

Preço de ida e volta? 3.80€!

Comecei-me a rir. É que só podia ser gozo. Então, eu venho do Porto para Aveiro, e pago quase tanto como andar de autocarro dentro de Aveiro?

Se não me falha a memória, a rede de autocarros dava-se pelo nome de Aveirense. Deixo desde já aqui a demonstração do meu descontentamento e a má publicidade, porque pareceu-se demasiadamente ridículo e explorador.

Fora isso, diverti-me imenso… mas não, não fomos para a praia. Andamos a conhecer melhor a cidade.

E pronto, é esta a minha vida.


Histeria dos roteiros


Coelha*


Muito se fala em traição. Há várias formas de se poder trair alguém, e na realidade?, acredito que não haverá sensação mais devastadora, do que a do se saber que se foi traído.


No caso das relações, há quem murmure coisas do género “Amorzinho, eu a ti?, não te traio nem em pensamentos!”.

Já ouvi isto várias vezes, ora dirigido a mim, quando era eu o “Amorzinho”, ora dirigido a “alguéns”, que fazem parte do meu leque de amizades.

Somos animais racionais. Mas apesar de termos a capacidade de reflectir e questionar… viemos com um defeito nas zonas erógenas, que agem como ímanes, que como puro magnetismo, puxam a capacidade de pensar para estas áreas e lá se vai o cérebro, com uma pinta que só visto.

Não me venham agora dizer, que quando uma boa oportunidade surge, há quem não caia. É que na realidade, a racionalidade vai-se… evapora-se!

A oportunidade faz o ladrão, já dizia não sei quem (mas aposto que quem emitiu estas palavras era ladrão)… e é a realidade.

Quando se fala nas vontades carnais, lá se vai o racionalismo por água abaixo. Deixam de existir planos, uma pessoa amada, os votos prometidos… tudo é esquecido. Há que satisfazer as vontades e depois logo se vê, se se consegue viver com a culpa, ou então logo se pensa numa forma de omiti-la.

Hoje disse a alguém, que já não acredito no Pai Natal. E não há realidade mais cruel que esta.
Também se costuma dizer por estas bandas, que Nas costas dos outros vemos as nossas, então se o que eu mais vejo, é gente com grandes cabides na testa, enquanto se acham seres abençoados por terem a pessoa amada do seu lado, sem imaginarem os adereços que exibem, vou ser euEU?, a gaja neste mundo, que vou ter agora, a sorte, de ter um relacionamento perfeito, apaixonado, e com muito respeito à mistura?

Poupem-me. Falem-me em coisas reais.



Histeria dos conjugues


Coelha*



Enlouqueci de vez?


Talvez… há quem pense que sim, ou há quem nem pense nada.

Sinto-me uma pateta nestes últimos dias. Ando com a cabeça na lua e com um sorriso parvo. Sei o porquê, mas não o entendo muito bem. Dou por mim a pensar, nas probabilidades sim e nas não. E por norma?, a enumerar com mais frequência uns nãos que uns sins esperançosos.

Nada faz sentido; nada tem realmente importância; nada é algo concreto.

Mas eu enlouqueci, e ando meia estúpida.

Ando constipada, algo chato de tolerar, quando o calor está de matar. Na verdade, também ando com o nariz bastante congestionado, ando ranhosa vá, e este facto faz-me pensar, se não terá sido a mucosa, que me subiu ao cérebro e me anda a fazer delirar.


Como não há, respostas científicas, para este turbilhão de questões, que me atormentam esta cabeça de Coelha, vou-me resignar às mesmas e tentar encontrar respostas nos próximos tempos. Quando souber alguma coisa?, eu comunico-vos de uma forma mais explicita e explicativa.



Chega de confusão.

Histeria dos novos ventos


Coelha*



Gosteiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!



Ihihihihih… Estranho não?


Coelha*


Amiguinhos e amiguinhas da Histeria...

A Coelha tem andado desaparecida, mas não morreu! Está de férias, e depois tem mais preguiça de vir aqui.
Tenho andado sempre na boa vai ela, e dá nisto. Mas também, férias é isto, correcto?
Perdoam-me?

Até ao fim do mês, vou andar meia ausente, mas não se esqueçam que vos trago a todos no meu coração mole!

Beijinhos e boas férias

Coelha*




Fim-de-semana, dedicado ao roteiro gastronómico.
Andamos nas tasquinhas a comer chouriça assada, e no sábado lá fomos à Feira de Artesanato de Vila do Conde, não para ver o que se vê todos os anos, mas sim, para ir comer aquelas sandocas óptimas de queijo e presunto!
Depois há quem se queixe do seu rabo inchado… Não sei quem é, mas com estas dietas não pode dar grande resultado… com toda a certeza!

Mas soube-me beeeeem!

Histeria do papar tudo

Coelha*

Conclusão deste Verão?
Nunca vesti tantos vestidinhos, saiinhas e afins na minha vida. Ou melhor!, nunca andei tanto com a pernoca ao léu!

Coelha*

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