Queria poder ter-te aqui.


Coelha*

A polícia está lá... Só lhes falta mesmo um suissinho.
É tão fixe ser assediada por um polícia devidamente fardado, que saca beiça fora de assobio, e enquanto passa por mim, diz a alto e bom som "O que eu te fazia!", e ainda me pisca o olho de uma forma meramente pirosa, conseguindo assim, deixar-me de boca aberta, a olhar com aquela minha cara típica, de quem acabou de ver vómito à frente.

Alguém me explica o que foi isto?


Sinceramente...


Coelha*
Tive uma noite, como há muito não me lembrava ter.
Acordei em pânico, agarrada à minha barriga, com a ideia que estava grávida e que estava a sentir muitas dores, que denunciava que estaria prestes a ser mãe.
Meti as mãos à cara e estava banhada em lágrimas.
Olhei para o tecto do meu quarto, e tentei me recordar de tudo que tinha visto naquele sonho.
Tinha passado a noite toda, num sonho torturante que não me tinha deixado descansar.
Neste sonho, eu andava num passo apressado, de um lado para o outro de telemóvel em punho, a tentar falar com o pai do meu filho, e quando conseguia, ele só me dizia que não sabia se ia voltar, que estava longe e não sabia quando me poderia ver. Estava desesperada, com dores, a precisar dele e ele?, nunca mais apareceu. Nunca mais me veio ver, nunca mais me veio acudir e dar-me a mão. Só me dizia que não era mais possível.

Pus-me largos minutos a pensar na lógica deste turbilhão de sensações, já depois de acordada, que me estavam a baralhar as ideias.
Tornei a passar as mãos no meu ventre e não havia sinais de haver uma barriga de grávida. Mas é claro que não estou grávida! Racionalizei logo a questão.
Então porquê, ter sonhado com aquilo e ainda estar a chorar como uma descontrolada?

Aí eu entendi... Todo aquele enredo só serviu, para me afastar da verdadeira questão que me inquietava... A tua ausência e a falta que me vais fazer...
O medo que eu tenho de precisar de ti e tu não poderes estar presente.
Estou tão triste... Sei que nem tudo pode jogar a nosso favor, mas eu sinto-me desmoralizada... com muita vontade de me desfazer em lágrimas.


Está confuso, mas esta minha noite?, foi assim...

Coelha*






E foi assim, o meu fim-de-semana, com o meu gajo. Gajo do meu coração.
Já não sabia o que era descansar, sem preocupações e sem ter quem me chateie a cabeça.
Foi pouco, mas soube bem. Se pudesse rumava para lá já outra vez... Mas a vida não é feita de férias...
Foi bom, e as coisas boas?, sabem sempre a pouco.

Coelha*
E-mail carinhoso, que recebi de um tal Ricardo Almeida "es mesmo muito boa. as tuas mamas excitam-me".
Querido Ricardo, não é o primeiro a dizer-mo. Mas fico contente por saber que sonha com as minhas duas amigas mais próximas. Só me há-de esclarecer, como é que pôde comprovar tal facto irrefutável... mas mesmo assim?, admiro-o na mesma, é o senhor do engate!

Há cada cromo... e a minha caderneta está cheiinha deles.

Coelha*

Bola lá regatear um pouco?

Quero estes 3 pares de botins. Se puderem ser só uns eu amuo, mas disfarçadamente... só disfarçadamente.


São giros, ãh?


P.S: Podem encontrá-los na Blanco

Histeria pedinchona

Coelha*

Finalmente, o Zé Manel dos Copos, foi apanhado no Porto para uma entrevista.
Momento único!




Coelha*

Vou abrir oficialmente, o choradinho de prendas de Natal.
Vou começar a enumerar - ainda com maaaais frequência - as coisas que fariam de mim, uma gaja ainda mais feliz. Depois das duas uma, ou riem-se e ficam com pena de mim por ainda acreditar no Pai Natal, ou fazem caridade e toca a comprar e a oferecerem-me o que necessito.
A quem tem de me oferecer O-BRI-GA-TÓ-RI-A-MEN-TE, prendinha, assim a atirar para a prendONONA, de Natal, vou fazer-me o favor a mim mesma, de ir mandando assim umas tacadinha "Ah e tal, no blog A Histeria Feminina, tem lá umas boas sugestões para prendas de Natal, vai-se lá saber o porquê, identifico-me mesmo com o gosto da gaja, que escreve aquelas porcarias, que por lá se pode ler.".
E pronto, espero que todos entendam - não é boca, porque mais explicita é impossivel - do que eu pretendo adquirir até ao fim do ano, entendidos?

Fica só a mensagem, não vai tardar muito a eu vos espetar com uma série generosa de bens.

Histeria informativa

Coelha*
Como falar daquele problema, que atormenta todo o português, sem utilizar a palavra que o define, devido a essa palavra, que dá o nome ao estado em que se encontra o país, me enjoar só de sentir as vibrações a propagarem-se ouvido dentro, quando a mesma é pronunciada?

Bem... Só tenho a dizer, que só estou à espera do dia, em que vou ligar a TV e vou ter de ouvir a seguinte notícia "Antigos cidadãos portugueses, agora a vossa nacionalidade encontra-se por definir, logo, podem-se considerar cidadãos incógnitos, cidadão do país que decidir vos adoptar. Se tal coisa acontecer, então, terão de actualizar as vossas documentações. Para já?, isso não interessa minimamente. DESENRASQUEM-SE!"

Medo, muito medo...

Coelha*
Porquê que eu, detesto ver gente a mastigar chicletes logo pela manhã?
É que isto, provoca-me logo comichão no pescoço... E depois, também fico sempre com a ideia, que quem faz isso, é porque não lavou os dentes e necessita de refrescar o hálito.

Coelha*

F.C.P!!!!!!!!!! Somos bestiais!

Até galinhas foram para o campo carago, aquilo há com cada bruxedo!
Eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem.
E a galinha?, só deu um empurrão para o humilhante resultado de 5-0, para os mouros.


Ahahahah


Coelha*

A minha relação com as palavras baseia-se na desconfiança.
As palavras bonitas adoçam-nos os ouvidos e chegam mesmo ao coração, e eu não sou diferente de ninguém, no que diz respeito a este facto. Preciso das ouvir, sinto mesmo essa necessidade, pois se não ouço o que pretendo, também não me sinto, verdadeiramente feliz... mas na realidade?, já não dou a importância que já lhes dei um dia.
As atitudes é que me movem, é que me fazem acreditar em alguém. Porque se não houver a conjugação dos actos com as palavras nada faz sentido, e nada se enraíza em mim, como algo verdadeiro e em que possa confiar.
Os actos é que nos fazem ver as verdadeiras intenções dos que nos rodeiam, e se estão mesmo em conformidade com as palavras.
Os actos são as provas do que significamos na realidade para os outros, e não há argumento que refute os actos.


Para quê dizer a alguém que sinto saudades, se não faço o mínimo esforço para acabar com elas?

Para quê dizer a alguém que a amo, se não a faço sentir isso?

Para quê dizer a alguém que sinto a sua falta, se vivo bem com a sua ausência?


Os actos são mais que importantes, são bem mais reconfortantes, e deixam-nos com mais certezas, que meras palavras, que com a mesma facilidade que aparecem, desaparecem.
Coelha*
Se o vosso objectivo é encontrar alguém perfeito, aviso-vos desde já que isso não existe.
Foi um mito criado, por alguém, que ainda devia acreditar no Pai Natal e em Fadas Madrinhas.

Vejam o meu caso...
Ando a combinar com o meu gajo, em irmos passar um fim-de-semana fora, e quando as coisas já estavam mais que alinhavadas e só faltavam umas coisinhas quase sem importância para combinar, eis que recebo a seguinte mensagem "Oh amor, só agora é que me lembrei de uma coisa, há futebol nesse Sábado.".

Conclusão?
Quer pegar no carro nesse dia, para se dirigir à sua terrinha, de propósito!, para ver o jogo.
Ãh? Que tal?
Há mais fanatismo que isto?

Deus me dê paciência. Paciência venha a mim... Paciência. Muita paciência.

Coelha*

Como eu tenho uns afectuosos anónimos, que de quando em vez, me fazem uns comentários mais que amorosos, em jeito de resposta aqui vai...
Relativamente a este post, onde coloquei esta minha foto, a comer o delicioso queijo com compota, houve alguém carente de atenção, que me fez um reparo em jeito de anonimato "comes em cima da manta".

Em forma de resposta eu declaro...


Não querido/a, isto foi só para a foto, por norma eu costumo comer por debaixo da manta. Dá mais jeito, e degusta-se melhor, entende? Debaixo da manta, retém-se com mais facilidade os sabores e é muito mais fixe. Comer em cima da manta, já está fora de moda, daí eu só ter cometido esse grave gesto, para todos acharem, que eu sou deveras irreverente. Contente?


Histeria das paragens cerebrais deste povo


Coelha*

A Coelha quer muito, muito, muito, muito!


Se quiserem oferecer já sabem...


A Coelha quer muito, muito, muito, muito!


Se quiserem mesmo oferecer, podem comprá-las na Stradivarius...


A Coelha quer muito, muito, muito, muito!
Aquisições de fim-de-semana.


Este vestido querido, queridooo da Zara.

Esta Clutch da Parfois.

Este super chapéu de bruxa, que é absolutamente espectacular.
Isto tudo porque foi Halloween e nem sabia, o que haveria de vestir... Foi desta forma que resolvi a situação.

Espero que o vosso Halloween tenha sido tão divertido como o meu.



Histeria maquiavélica


Coelha*


Hoje vinha no metro a cantarolar para dentro, esta musiquinha.
Eu sou do tempo, em que era fixe ouvir Onda Choc. Decorávamos as músicas tim tim por tim tim, para demonstrarmos como éramos perspicazes na cantoria.
Não entendia muito bem o significado do que cantava, mas só sabia que dava pinta. E Onda Choc era coisa de miúda muito à frente.

"Porquê que eu não me sinto contente...

Pensando bem já percebi
Fico triste quando tu não estás aqui
Para mim a solidão, vem com sumo de limão
Para eu deixar de estar assim
Só se tu pudesses vir ao pé de mim
E partilhar então o meu sumo de limão
E tu tão longe...
...
Porquê que eu não me sinto contente...
É verdade, que a vida me sorri
Mas só fico, feliz, quando estou junto a ti"


Bons tempos minha boa gente, bons tempos...

Histeria infantil

Coelha*


Vai um balde de iogurte. Vai um balde de iogurte.


Se a minha vida não dava um filme?, uma novela dava com toda a certeza.

Todo o meu quotidiano, é feito de episódios cómicos ou dramáticos, como uma verdadeira história digna de condecorações.

Hoje, o que me aconteceu? Perguntam vocês, ansiosíssimo e a darem pulinhos de emoção…

Ora foi o seguinte, estava eu no escritório, na pausa da manhã, para comer qualquer coisa, quando tiro o meu meio pãozinho (um é muito, para quem está com o rabo alapado o dia todo) e o meu super iogurte líquido. Agito o iogurte e retiro-lhe a tampa.

Ponho-me a falar com a minha colega de trabalho, e comer que é bom, nada.

Até que, me lembro, que tinha de encher o bandulho, senão o meu cérebro sem nutrição, não bombeava boa informação (até rimou), e toca a pegar no iogurte para lhe sacar um gole.

Mas antes disso, estou com ele na mão e decidi agitá-lo mais um pouco, como quem diz, com toda a força, para ficar bem agitadinho.

Resultado? Aquela porcaria já estava sem tampa.

Toda eu, me tornei num iogurte humano. Toda a minha papelada, estava embebida em iogurte. Todo o meu portátil, era iogurte eléctrico. Todo o chão – que é alcatifa cinzenta – estava em padrão vaca.

Em seguida, vem o patrão por lá dentro, e fica emocionado, com a forma original, que eu, pessoa de ideias brilhantes, tinha decorado o espaço. Estava como novo!

Levei gozo o dia todo, e fui motivo de risota para todos e para mim.


Há coisas fantásticas não há? Assim, tipo… eu? =)


Histeria do iogurte saltitão


Coelha*

Com azia. Muita. Bastante. Camiões de azia. Rajadas de azia. Paletes. Azia, muita azia.
A vida é fodida...

Coelha*


Detesto estar num sítio, e reparar que há alguém, que traz algo vestido igual a mim. Sim é foleiro, e uma pessoa fica a pensar mesmo "Sua grande porca!".

Mas que posso eu querer, se vou comprar roupa à Zara, H&M, Blanco e por aí adiante?

Não vale de nada rezar, para que este tipo de coisas, não aconteçam. Porque acontecem mesmo, e várias vezes.

Isto tudo, porque ontem o meu Cherry, me comunica "Fulaninha, anda aqui no estaleiro a passear-se com uns botins iguaizinhos aos teus.".

Fiquei logo com azia e como é claro, o que ele mais queria era ver a minha reacção... mas que posso eu fazer? Que faça bom proveito, tal como eu, já que não lhe posso arrancar os botins a choques eléctricos, só me resta habituar-me a isto...

Mas um dia hei-de ser grande, e hei-de ter roupa que ninguém tem! Ou não...



Histeria dos clones em roupa



Coelha*

A única coisa, que me pode deixar bem disposta pela manhã, é ouvir A Caderneta de Cromos, com o Nuno Markl na Rádio Comercial. Acreditem... é mesmo verdade.

Coelha*
Tenho a dizer-vos, que só vos venho falar agora, porque segundos antes, estava vai não vai para cair de queixos no teclado, tal é a minha pedrada...
Devia ser proibido trabalhar de manhã! E à tarde... e à noite.
Não há direito, uma gaja porreira como eu, deveria ser multi-milionária, e poder passar os dias a fazer compras, nas massagens, nos ginásios e tudo e tudo e tudo.
Ser fixe não compensa...

Histeria do teclar por favor

Coelha*

Sabem o que aguça o romantismo?

Ouvir mal! Sim, leram bem...

Estarmos num momento de puro mimo e de troca de palavras doces ao ouvido, e ter de estar sempre a palrar "Repete, não ouvi.", torna tudo bem mais especial.
Os meus ouvidos são tão amorosos, que só não lhes dou beijinhos, porque não chego lá com a boca...


Histeria surda


Coelha*

Sabe-me tão bem, ficar no sofá, com a manta a tapar-me os joelhos, e a entupir-me de queijo com compota de maçãããããã... É que é bom, bom, bom!


Coelha*
Coisas com mais idade que eu, mas que ninguém diz.
Este super casaco de pele (não me perguntem qual é a pele, porque nesta matéria sou uma nulidade, e feita burra não tentei apurar), tem a minha idade, e não vai muito tempo, e eu achava-o tenebroso. Achava também, inacreditável, já se ter usado um dia. Agora está mais que na moda, o padrão e o corte! Agradeço ao baú de família e a quem não tomou a iniciativa de o doar, porque agora?, eu posso fazer um brilharete com ele vestido.


O meu vício por dourados, levou-me ao baú das coisas com história da família, porque procurava com urgência uns brincos dourados, para usar num jantar, quando apanhei estes, que achei demasiado fofos. Fiquei mais que espantada, quando a minha super tia, me disse, que pertenceram à minha visa avó. Logo, pelas contas que fizemos, devem ter mais de cem anos. O valor está na história dos mesmo, e sinto-me orgulhosa por trazê-los nas orelhas, por tempo indeterminado.

Esta pochete, em veludo preto e dourada, também tem mais idade que eu, e é da minha avó, que a comprou há umas décadas atrás, para levá-la a um casamento, pois eu, também já a usei numa série de situações, porque a acho mais que actual.


E é isto... ainda encontrei por engano umas coisas giras, e que por sinal, me têm feito um jeitaço que só visto... Gostaram?

P.S: Relativamente à qualidade das imagens, já sabem qual é o problema, e só tenho a pedir desculpa.

Histeria da história da família em peças


Coelha*

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