Ando num dilema! Preciso da vossa ajuda.
Coelha*
Hoje caminho para o fim-de-semana! Lalalalala
E eu?, gosto tanto, tanto, tanto!, das sextas-feiras às 18 horas!!!!
Coelha*

Ando a passar uma fase complicada, de decisões sérias a nível profissional, que terei de as tomar o mais rápido possível, e como tudo isto é novo para mim, ando meia confusa sem saber para onde me hei-de virar... Conclusão? Baldo-me com a Histeria.
Não é desculpa, eu sei... Mas no fundo, não deixa de ser verdade.
Convém frisar aqui, o quanto este espaço é importante para mim, e todos aqueles que por aqui passam. Principalmente!, aqueles que já têm a chave da casa.
Espero que estejam todos bem, e não estejam muito chateados comigo...
Beijinhos para todos
Histerias das justificações
Coelha*

Acordei em pânico, agarrada à minha barriga, com a ideia que estava grávida e que estava a sentir muitas dores, que denunciava que estaria prestes a ser mãe.
Meti as mãos à cara e estava banhada em lágrimas.
Olhei para o tecto do meu quarto, e tentei me recordar de tudo que tinha visto naquele sonho.
Tinha passado a noite toda, num sonho torturante que não me tinha deixado descansar.
Neste sonho, eu andava num passo apressado, de um lado para o outro de telemóvel em punho, a tentar falar com o pai do meu filho, e quando conseguia, ele só me dizia que não sabia se ia voltar, que estava longe e não sabia quando me poderia ver. Estava desesperada, com dores, a precisar dele e ele?, nunca mais apareceu. Nunca mais me veio ver, nunca mais me veio acudir e dar-me a mão. Só me dizia que não era mais possível.
Pus-me largos minutos a pensar na lógica deste turbilhão de sensações, já depois de acordada, que me estavam a baralhar as ideias.
Tornei a passar as mãos no meu ventre e não havia sinais de haver uma barriga de grávida. Mas é claro que não estou grávida! Racionalizei logo a questão.
Então porquê, ter sonhado com aquilo e ainda estar a chorar como uma descontrolada?
Aí eu entendi... Todo aquele enredo só serviu, para me afastar da verdadeira questão que me inquietava... A tua ausência e a falta que me vais fazer...
O medo que eu tenho de precisar de ti e tu não poderes estar presente.
Estou tão triste... Sei que nem tudo pode jogar a nosso favor, mas eu sinto-me desmoralizada... com muita vontade de me desfazer em lágrimas.
Está confuso, mas esta minha noite?, foi assim...
Coelha*
Querido Ricardo, não é o primeiro a dizer-mo. Mas fico contente por saber que sonha com as minhas duas amigas mais próximas. Só me há-de esclarecer, como é que pôde comprovar tal facto irrefutável... mas mesmo assim?, admiro-o na mesma, é o senhor do engate!
Há cada cromo... e a minha caderneta está cheiinha deles.
Coelha*
Momento único!
Coelha*

Vou começar a enumerar - ainda com maaaais frequência - as coisas que fariam de mim, uma gaja ainda mais feliz. Depois das duas uma, ou riem-se e ficam com pena de mim por ainda acreditar no Pai Natal, ou fazem caridade e toca a comprar e a oferecerem-me o que necessito.
A quem tem de me oferecer O-BRI-GA-TÓ-RI-A-MEN-TE, prendinha, assim a atirar para a prendONONA, de Natal, vou fazer-me o favor a mim mesma, de ir mandando assim umas tacadinha "Ah e tal, no blog A Histeria Feminina, tem lá umas boas sugestões para prendas de Natal, vai-se lá saber o porquê, identifico-me mesmo com o gosto da gaja, que escreve aquelas porcarias, que por lá se pode ler.".
E pronto, espero que todos entendam - não é boca, porque mais explicita é impossivel - do que eu pretendo adquirir até ao fim do ano, entendidos?
Fica só a mensagem, não vai tardar muito a eu vos espetar com uma série generosa de bens.
Histeria informativa
Coelha*
Bem... Só tenho a dizer, que só estou à espera do dia, em que vou ligar a TV e vou ter de ouvir a seguinte notícia "Antigos cidadãos portugueses, agora a vossa nacionalidade encontra-se por definir, logo, podem-se considerar cidadãos incógnitos, cidadão do país que decidir vos adoptar. Se tal coisa acontecer, então, terão de actualizar as vossas documentações. Para já?, isso não interessa minimamente. DESENRASQUEM-SE!"
Medo, muito medo...
Coelha*
É que isto, provoca-me logo comichão no pescoço... E depois, também fico sempre com a ideia, que quem faz isso, é porque não lavou os dentes e necessita de refrescar o hálito.
Coelha*

Foi um mito criado, por alguém, que ainda devia acreditar no Pai Natal e em Fadas Madrinhas.
Vejam o meu caso...
Ando a combinar com o meu gajo, em irmos passar um fim-de-semana fora, e quando as coisas já estavam mais que alinhavadas e só faltavam umas coisinhas quase sem importância para combinar, eis que recebo a seguinte mensagem "Oh amor, só agora é que me lembrei de uma coisa, há futebol nesse Sábado.".
Conclusão?
Quer pegar no carro nesse dia, para se dirigir à sua terrinha, de propósito!, para ver o jogo.
Ãh? Que tal?
Há mais fanatismo que isto?
Deus me dê paciência. Paciência venha a mim... Paciência. Muita paciência.
Coelha*

Relativamente a este post, onde coloquei esta minha foto, a comer o delicioso queijo com compota, houve alguém carente de atenção, que me fez um reparo em jeito de anonimato "comes em cima da manta".

Este vestido querido, queridooo da Zara.
Esta Clutch da Parfois.Hoje vinha no metro a cantarolar para dentro, esta musiquinha.
Eu sou do tempo, em que era fixe ouvir Onda Choc. Decorávamos as músicas tim tim por tim tim, para demonstrarmos como éramos perspicazes na cantoria.
Não entendia muito bem o significado do que cantava, mas só sabia que dava pinta. E Onda Choc era coisa de miúda muito à frente.
"Porquê que eu não me sinto contente...
Pensando bem já percebi
Fico triste quando tu não estás aqui
Para mim a solidão, vem com sumo de limão
Para eu deixar de estar assim
Só se tu pudesses vir ao pé de mim
E partilhar então o meu sumo de limão
E tu tão longe...
...
Porquê que eu não me sinto contente...
É verdade, que a vida me sorri
Mas só fico, feliz, quando estou junto a ti"
Bons tempos minha boa gente, bons tempos...
Histeria infantil
Coelha*
Vai um balde de iogurte. Vai um balde de iogurte.
Se a minha vida não dava um filme?, uma novela dava com toda a certeza.
Todo o meu quotidiano, é feito de episódios cómicos ou dramáticos, como uma verdadeira história digna de condecorações.
Hoje, o que me aconteceu? Perguntam vocês, ansiosíssimo e a darem pulinhos de emoção…
Ora foi o seguinte, estava eu no escritório, na pausa da manhã, para comer qualquer coisa, quando tiro o meu meio pãozinho (um é muito, para quem está com o rabo alapado o dia todo) e o meu super iogurte líquido. Agito o iogurte e retiro-lhe a tampa.
Ponho-me a falar com a minha colega de trabalho, e comer que é bom, nada.
Até que, me lembro, que tinha de encher o bandulho, senão o meu cérebro sem nutrição, não bombeava boa informação (até rimou), e toca a pegar no iogurte para lhe sacar um gole.
Mas antes disso, estou com ele na mão e decidi agitá-lo mais um pouco, como quem diz, com toda a força, para ficar bem agitadinho.
Resultado? Aquela porcaria já estava sem tampa.
Toda eu, me tornei num iogurte humano. Toda a minha papelada, estava embebida em iogurte. Todo o meu portátil, era iogurte eléctrico. Todo o chão – que é alcatifa cinzenta – estava em padrão vaca.
Em seguida, vem o patrão por lá dentro, e fica emocionado, com a forma original, que eu, pessoa de ideias brilhantes, tinha decorado o espaço. Estava como novo!
Levei gozo o dia todo, e fui motivo de risota para todos e para mim.
Há coisas fantásticas não há? Assim, tipo… eu? =)
Histeria do iogurte saltitão
Coelha*



















