
Tirei uns dias de férias aqui da Histeria Feminina.
Passo a vida a sonhar com férias, fins-de-semana e afins, mas no que toca à Histeria, tento sempre não falhar com o meu compromisso… Mas também às vezes faz bem, para pensarmos na vida ou simplesmente não pensarmos em coisa nenhuma.
Este fim-de-semana, foi agitado e ao mesmo tempo bastante calmo.
Apesar de ter sido tudo na base do “já considerado normal”, não sei porquê, mas soube-me mesmo bem, e curiosamente, também me soube a pouco, como todos os outros.
Adoro as conversas de sábado com a minha avozinha. Sinto que consigo crescer alguns pontos, no que diz respeito à maturidade.
Se existe céu (como tu acreditas e me fizeste acreditar), tens um lugar guardadinho para ti.
Por mais gente que tenha conhecido, pela minha vida (velhos ou novos), nunca conheci ninguém como tu.
Tu transpiras bondade e compaixão pelo próximo, coisa bastante estranha nos tempos que correm. É como se tu pertencesses a uma outra dimensão que não esta.
Amo-te do fundo do meu coração. És a minha segunda mãe, tal como o avô o meu segundo pai. Vocês são tudo para mim!
Tenho imenso medo de vos perder. Dou por mim a pensar nestas coisas e fico triste. Talvez pense demais, mas a verdade é que penso e não vou mentir!
Se é ridículo ou não? Acredito que seja, é o mais provável… Mas de coisas ridículas está o ser humano cheio, e eu não sou excepção vos garanto.
E agora, para atingir a profundidade da sinceridade, a verdade é que comecei a escrever isto num momento mais parado no estágio, numa folha de rascunho. E o objectivo inicial, era falar-vos das minhas aquisições já feitas para o sapatinho (Natal), mas mal toquei com o lápis na palavra avó? Não deu para parar de escrever sobre ela.
E aqui está um texto careta (típico da Coelha), que a maioria de vocês não terá a mínima pachorra para o ler… Mas teve de ser.
Histeria do amor verdadeiro
Coelha*