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A idade e as obrigações trouxeram-me uma Coelha mais controlada. Poderia achar que isto era óptimo, até porque no fundo, sinto-me feliz por ter alcançado um bem-estar e uma situação tão confortável como a que tenho agora, mas também ponho-me a pensar se esta sou mesmo eu, não me revejo nisto, é como se eu estivesse camuflada na cápsula do politicamente correcto.
Sempre me defini como uma gaja altamente descontrolada com todo o meu controlo depositado no meu descontrolo consentido.
Se o clique se de-se na minha cabeça, eu berrava, eu arrancava cabelos, eu esperneava e batia com o pé com uma força tal que era capaz de rachar betão.... Agora, eu vejo-me interiormente a atirar pratos contra todas as paredes que me circundam, mas no exterior?, estou impávida e serena como se tudo estivesse bem, limito-me única e simplesmente a diminuir a intensidade do sorriso e tudo fica praticamente igual...
Este ser que me tornei não me é familiar e não se enquadra verdadeiramente com o turbilhão de vontades que eu sinto em alvoroço dentro de mim, mas na realidade acho que acabo por ganhar muito mais assim... Pelo menos é o que consigo concluir.

Coelha*

Perdoai-me a minha ausência, mas esta semana de loucos roubou-me a paciência! Correria e mil e uma coisas para fazer, é o que mais se ouve por aqui, principalmente da minha boca.

Vida de Coelhas atarefadas é assim...

Ai vida a minha, vida a minha...

Coelha*
A diferença do arrumador de carros e o que tenta vender o seu trabalho de forma respeitosa e sem ofender ninguém, mas na rua.

Como neste mundo só vence o mais forte e como o de pior carácter é o que nutre da melhor sorte, começo a achar que cada vez é mais compensador ser-se assim e o problema é que todos nós já temos consciência disto.
O que acontece se estamos a estacionar o carro e vem um arrumador de carros a correr de mão estendida a pedir uma moeda em prol da segurança do nosso veiculo? Seja pouco, muito ou algum, arranjamos sempre forma de lhe dar dinheiro, não vá o individuo estragar o nosso bem. Nem somos capazes de o recusar.
O que acontece se estamos numa esplanada e vem um homem com um ar sério e educado e nos mostra desenhos da cidade feitos por ele e que os vende por 1 euro, porque está a precisar de angariar algum dinheiro para as suas coisas? Dizemos logo que não, e depois disto o homem como educado que é, não insiste, ainda agradece e vai embora.
Às vezes fico revoltada comigo mesma. Quem merece mais? O besta do arrumador de carros que farta-se de ganhar dinheiro todos os dias, de certa forma intimidando as pessoas ou aquele que vende os seus trabalhos e aborda as pessoas com a maior educação do mundo?

Acho que não preciso mais de meditar sobre o assunto... E vocês?

Coelha*
Vieste assombrar-me os sonhos. Abalaste-me a realidade já feliz. Quiseste pôr-me à prova só para me demonstrares o quanto ainda me abalas. Deixaste-me imóvel no teu eterno poder sobre mim. Tremi de tristeza por ainda ser verdade.
Mas apesar de toda esta cruel realidade, não quis ficar. Não fazes mais parte do meu chão, não significas mais o meu porto de abrigo onde quero estar.
Apesar de toda esta cruel realidade, eu agora sou feliz noutro sitio, onde existe uma natureza imputável e verdejante, um sol laranja e queimado a todo o fim de dia. Que me aconchega e me protege de todo o mal do mundo.

Coelha*

Cada vez vejo mais coisas que nos separam. Não me sinto contente.


Coelha*

Alguém que por aqui passou (não interessa quem), colocou-me uma questão mais que pertinente, ao ler o post aqui debaixo, onde eu falo do meu gajo, "então quem é que ficou com os maus, se todas ficaram com os melhores do mundo.".

Aqui vai a resposta...


Boa questão! O bom para mim pode não ser para si, e vice-versa. Só aqui, o bom e o mau torna-se logo relativo.
E depois, também já tive o bom que se tornou no mau. E este facto, pode ter variadíssimas explicações.
Actualmente eu tenho o bom, o melhor, o mais perfeito!, porque é assim que eu o vejo, é assim que eu sinto as coisas. E espero que não me deseje que ele se transforme num mau - não me faça isso por favor, porque eu sou boa pessoa e não mereço tal bruxedo.
Quero continuar a vê-lo sempre assim, porque é mesmo isso que eu desejo do fundo do meu coração e também desejo, que ele mereça sempre este título que lhe ofereci , o do melhor namorado do mundo.


E é isto...


Histeria do relatar dos factos


Coelha*
Porquê que eu, detesto ver gente a mastigar chicletes logo pela manhã?
É que isto, provoca-me logo comichão no pescoço... E depois, também fico sempre com a ideia, que quem faz isso, é porque não lavou os dentes e necessita de refrescar o hálito.

Coelha*
Há certas e determinadas pessoas, que sabem exactamente quando devem aparecer, que é no momento em que não deviam.

Coelha*

Coisas proibidas de se fazer, se se pretende que uma relação resulte…
-> Não falar de relações, casos e afins anteriores.

Não corre bem, não corre mesmo.

Coelha*

Conclusão deste Verão?
Nunca vesti tantos vestidinhos, saiinhas e afins na minha vida. Ou melhor!, nunca andei tanto com a pernoca ao léu!

Coelha*





E pronto, ontem por aqui andava-se assim…
Hoje ainda vou ver como é que se vai andar!
Que bom é acordar tarde e ter tempo para tudo... É óptimo! Vou almoçar e já venho…

Histeria Histérica

Coelha*

Há uma certa pessoa, que todos os dias me mira. E incomoda-me. Deixa-me assim a sentir-me parva. Irrita-me vá… Deixa-me desconfortável, assim de uma forma que não me agrada lá muito…

Resumindo, não dá para explicar…

Histeria da confusão feminina

Coelha*
Vou publicar aqui, as minhas novas aquisições/paixões.
Foram umas fotos tiradas agora à pressão, mas espero que sejam perceptíveis as belezas que eu adquiri, e que me fazem muito feliz.
Estas são as peças que eu mais gosto e que mais alegram este meu coração mole.


Aqui vai então.

Os meus oxford shoes, muitíssimo simples, mas giros como eu gosto.

A mala que me comoveu, e que me fez cair na tentação de a comprar.


Olhem bem para estas beldades? Até choro!
Casaquinho de malha.
Casaco com um corte recto em linho. Paixão loucaaaaa!


Sandalinhas!

Sapatilhas.


E pronto… para já, chega. Espero que gostem sim?
Mas se não gostarem somos todos amigos na mesma! Ahahahah

Histeria do consumo

Coelha*


Aqui a Coelha, precisava mesmo, mesmo, mesmo!, de piscar um dentinho…
Mas vou piscar a quem? O mercado está minado… Oh se está!

Histeria de reflexão

Coelha*

A questão não é: Será que… Eu sou mesmo esquisita!
Como é, que eu posso abordar, este assunto… Desde que terminei, a última relação que tive (à coisa de um ano e meio), nunca mais consegui, construir outra relação com ninguém…
Mas até aí tudo muito normal, acho que temos de aprender a ser felizes sozinhos, para um dia podermos ser verdadeiramente felizes com alguém (tenho horror a pessoas, que forçam sentimentos, só com medo de ficarem sozinhas), mas o principal problema, é que eu tenho muitos traumas e manias.
Às vezes parece-me quase impossível, ou praticamente improvável, vir a construir outra relação.
Como já referi aqui, não consigo ver interesse em homem nenhum. E quando vejo algum tipo de interesse… Há sempre algo, que me faz recuar, e desistir de seguir em “frente”.
Em primeiro lugar, eu tenho medo de gostar de alguém… E em segundo, tenho medo de parecer desesperada e vulgar!
Como hei-de explicar isto… Eu não consigo demonstrar interesse, porque simplesmente tenho medo de parecer oferecida (algo grave me aconteceu, eu sei).
Eu não sou do tipo de pessoa tímida ou introvertida, que consegue parecer invisível, num grupo grande de pessoas.
Sou comunicativa, consigo ter bom humor e não fico propriamente envergonhada, com alguém que me é apresentado. Falo sem problemas, e muito menos, me sinto nervosa ou com medo de abrir a boca.
Mas quando se trata de “Filmes” amorosos… Não lido bem com isso.
Não sei explicar… Não quero andar atrás de ninguém, não me quero insinuar a ninguém, não quero ser nem parecer chata, nem muito menos desesperada!
Depois, sou alvo de troça por parte das amigas… Mas isso, não me interessa.
Talvez me tenha mesmo tornado, numa extraterrestre dos relacionamentos, ou da tentativa de construir algum…
Mas não consigo!
Se tenho medo de ficar sozinha? Não propriamente…
Se às vezes me sinto só? Às vezes acontece.
Mas não estou desesperada, e não estou numa de forçar alguma coisa. Só quero que a minha vida, siga em frente normalmente… E se alguma coisa acontecer, há-de ser com o meu consentimento (como é claro), mas não me cheira que venha a ser eu, a fazer por isso.

Sim… Sou mesmo esquisita. Mas a verdade, é que as coisas também, não são mais, como eram dantes.

Histeria do desabafo

Coelha*

Agora virei-me para os vernizes.
Há coisas estranhas… Não quero gastar dinheiro e PUMBA, acabo sempre no mesmo erro.

Histeria vernizeira

Coelha*

Há dias que são para esquecer...

Há dias em que a vontade é de me atirar de uma ponte abaixo...

Há dias que não deviam existir...

Há dias que deveriam servir para aprendermos, mas hà dias que parece impossível...

Há dias em que a vontade é nula...

E há dias em que não me consigo perdoar por ser tão burra!


Felicidade para mim! Os outros que se fodam!

É o que eu desejo...


Há dias... E dias não são dias... Quem sabe amanhã...


Histeria de neura


Coelha*

Para todos aqueles que ao lerem o post anterior, ficaram a achar que há moiro na costa, e que foi devido a isso que eu disse que me sentia feliz…

Vim então esclarecer umas coisinhas…


Desde quando a felicidade tem de depender de alguém? Ou de uma “paixoneta”?
Fica aqui bem EX-PLI-CI-TO que não quero ninguém! Só quero estar só, porque me sinto bem assim…
Há alguma coisa de muito estranha nisto, é?
Ora por que motivo, eu hei-de arranjar alguém, para os outros não me acharem tão infeliz?
Porque razão não ter ninguém, significa infelicidade?
Infelicidade, era eu andar com alguém por andar, para parecer bem, e me considerar igual a todos os comuns mortais…
Vou forçar um relacionamento? Naaao mesmo!
Se me perguntarem assim… “Oh Coelha, mas não há ninguém com quem tu até gostasses de ter algum tipo de relacionamento?”
Não, não existe ninguém que me faça pensar nessas coisas… É que nem para uma relação séria, ou não séria…
Quero estar em paz, estar com os meus amigos, aproveitar os tempos em que estou só para me mimar… Porque se não existe ninguém que me faça sentir borboletas a bater as asas na barriga o que vou fazer?
Dizer que sou muito infeliz? Que me vou atirar da ponte abaixo?
Nem pensar… Vou aproveitar para gostar muito de mim!
Não sou histérica por ter alguém… Sou normal, se calhar até normal demais e sem sal, mas sou assim e quanto a este assunto? Não há mesmo nada a fazer.

Ficou tudo explicadinho, tim tim por tim tim, para quem ainda tinha algumas dúvidas?


Histeria da minha personalidade


Coelha*

Esse perfume maldito que me congela o corpo e me aquece a mente!
Estranho…
Tem em mim um efeito alucinante, que mais parece uma droga, que me manipula por completo!
Esse odor, leva-me para o planeta dos meus sonhos…
Não gosto disso…

Histeria do olfacto
Coelha*

Enquanto trabalhava, ouvia esta música e estava eu a pensar…


“Puxa Coelha, que vida stressante tu tens… Só de pensar que já tiveste um anti-stress pessoal, que te ajudava a descarregar o stress semanalmente e intensamente…
Como tu andavas bem melhor nessa altura… Ainda alguém duvida o quanto é importante um anti-stress humano?
Tu cada vez tens menos dúvidas! Estás a ficar velha e com mais responsabilidades e anti-stress humano que é bom não há, para dar mais adrenalina à tua vida… Isto assim é complicado…
Mas o que vais fazer? O que te resta é comeres uns chocolatinhos de vez em quando para ver se resolves a situação… Mas não é que não resolve?
O anti-stress humano, jantava contigo, dormia contigo, tirava-te o stress… Ai ai…
Alô vida? Eu ainda respiro e sou muito nova para este acumular de tensão!”

P: “Então Coelha? Estás bem?”
Coelha: “Sim estou… Porquê?”
P: “Estás aí a suspirar!”
Coelha: “ Ahh pois… Está calor hoje ou é impressão minha?”

Histeria? A culpa é de ainda me correr juventude nas veias!


Coelha*

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