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Rasurado em
Vida
em
16:24
por
Coelha
Eu sou Portista, Portista e mesmo Portista. Não fanática, mas satisfaz-me bastante ver o Porto vencer...
Ontem nem por isso, porque o meu querido ficou tristíssimo e dei por mim a pensar "Oh se o Vitória ganhasse nem ficava muito chateada, eles até mereciam...".
Nunca pensei ter um pensamento destes, mas nunca mudarei de clube, isso não pode ser... F.C.P., já vem no meu código genético...
Coelha*
Eu sou Portista, Portista e mesmo Portista. Não fanática, mas satisfaz-me bastante ver o Porto vencer...
Ontem nem por isso, porque o meu querido ficou tristíssimo e dei por mim a pensar "Oh se o Vitória ganhasse nem ficava muito chateada, eles até mereciam...".
Nunca pensei ter um pensamento destes, mas nunca mudarei de clube, isso não pode ser... F.C.P., já vem no meu código genético...
Coelha*
Rasurado em
Pensamento,
Sentimentos,
Vida
em
20:20
por
Coelha
Sinceramente hoje sinto-me péssima, como em 80% dos dias da minha insignificante vida.
Às vezes fico com a breve sensação que nunca me vou sentir plena.
Sinto falta de tanta coisa... Mas apesar de sentir a falta de alguém, hoje prefiro ficar só, independentemente dessa falta...
E o que me faria feliz? Talvez esta Louis Vuitton que custa a módica quantia de 1560.00€.
Um dia quem sabe...
Porque ao menos as coisas materiais sendo nossas nunca se afastam...
Coelha*
Rasurado em
Coisas,
Vida
em
00:27
por
Coelha
A diferença do arrumador de carros e o que tenta vender o seu trabalho de forma respeitosa e sem ofender ninguém, mas na rua.
Como neste mundo só vence o mais forte e como o de pior carácter é o que nutre da melhor sorte, começo a achar que cada vez é mais compensador ser-se assim e o problema é que todos nós já temos consciência disto.
O que acontece se estamos a estacionar o carro e vem um arrumador de carros a correr de mão estendida a pedir uma moeda em prol da segurança do nosso veiculo? Seja pouco, muito ou algum, arranjamos sempre forma de lhe dar dinheiro, não vá o individuo estragar o nosso bem. Nem somos capazes de o recusar.
O que acontece se estamos numa esplanada e vem um homem com um ar sério e educado e nos mostra desenhos da cidade feitos por ele e que os vende por 1 euro, porque está a precisar de angariar algum dinheiro para as suas coisas? Dizemos logo que não, e depois disto o homem como educado que é, não insiste, ainda agradece e vai embora.
Às vezes fico revoltada comigo mesma. Quem merece mais? O besta do arrumador de carros que farta-se de ganhar dinheiro todos os dias, de certa forma intimidando as pessoas ou aquele que vende os seus trabalhos e aborda as pessoas com a maior educação do mundo?
Acho que não preciso mais de meditar sobre o assunto... E vocês?
Coelha*
Como neste mundo só vence o mais forte e como o de pior carácter é o que nutre da melhor sorte, começo a achar que cada vez é mais compensador ser-se assim e o problema é que todos nós já temos consciência disto.
O que acontece se estamos a estacionar o carro e vem um arrumador de carros a correr de mão estendida a pedir uma moeda em prol da segurança do nosso veiculo? Seja pouco, muito ou algum, arranjamos sempre forma de lhe dar dinheiro, não vá o individuo estragar o nosso bem. Nem somos capazes de o recusar.
O que acontece se estamos numa esplanada e vem um homem com um ar sério e educado e nos mostra desenhos da cidade feitos por ele e que os vende por 1 euro, porque está a precisar de angariar algum dinheiro para as suas coisas? Dizemos logo que não, e depois disto o homem como educado que é, não insiste, ainda agradece e vai embora.
Às vezes fico revoltada comigo mesma. Quem merece mais? O besta do arrumador de carros que farta-se de ganhar dinheiro todos os dias, de certa forma intimidando as pessoas ou aquele que vende os seus trabalhos e aborda as pessoas com a maior educação do mundo?
Acho que não preciso mais de meditar sobre o assunto... E vocês?
Coelha*
Rasurado em
Vida
em
15:52
por
Coelha
Sabem o que me assusta mesmo, mesmo, meeeesmo?
É o facto de saber que estou a crescer e que a idade já não é mais desculpa para poder errar.
Começo a sentir que as responsabilidades se vão amontoando nas minhas costas, sinto que a idade vai passando e já não se admite certas baldas.
Começo a ser obrigada a pensar no amanhã, no que pretendo do meu futuro e a traçar mais metas a atingir, metas estas que já terão de mudar a minha vida, sinto que é o agora ou o nunca.
Sinto falta, de ouvir a palavra "responsabilidade" e achar que esta tinha uma conotação cómica no meu ouvido e também achar, que era algo quase inatingível para mim, porque a idade não haveria de passar e haveria sempre de haver outras almas que tratassem disso por mim.
Sei que tenho de tomar decisões importantes. Sei que não quero, nem posso!, pensar só em mim, que quero incluir segundos e não terceiros.
Sinto que já não sou só uma miúda, mas sim que começo a caminhar a passos largos para outra fase... outra que não conheço, mas tenho um misto de medo e de curiosidade em conhecer.
Eu sinto, eu sei... Tudo muda e eu?, não sou excepção.
Coelha*
É o facto de saber que estou a crescer e que a idade já não é mais desculpa para poder errar.
Começo a sentir que as responsabilidades se vão amontoando nas minhas costas, sinto que a idade vai passando e já não se admite certas baldas.
Começo a ser obrigada a pensar no amanhã, no que pretendo do meu futuro e a traçar mais metas a atingir, metas estas que já terão de mudar a minha vida, sinto que é o agora ou o nunca.
Sinto falta, de ouvir a palavra "responsabilidade" e achar que esta tinha uma conotação cómica no meu ouvido e também achar, que era algo quase inatingível para mim, porque a idade não haveria de passar e haveria sempre de haver outras almas que tratassem disso por mim.
Sei que tenho de tomar decisões importantes. Sei que não quero, nem posso!, pensar só em mim, que quero incluir segundos e não terceiros.
Sinto que já não sou só uma miúda, mas sim que começo a caminhar a passos largos para outra fase... outra que não conheço, mas tenho um misto de medo e de curiosidade em conhecer.
Eu sinto, eu sei... Tudo muda e eu?, não sou excepção.
Coelha*
Rasurado em
Vida
em
23:48
por
Coelha


Amo a minha cidade. E digo-o vezes sem fim. Sinto-me bem a corrê-la de lés-a-lés. A descobrir todos os seus encantos ocultos.
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.
Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!
Histeria do meu coração
Coelha*
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.
Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!
Histeria do meu coração
Coelha*
Rasurado em
Vida
em
13:02
por
Coelha


Há mudanças, necessárias, para ser feito de vez, o encerramento de certos capítulos da vida.
Capítulos esses, que já tresandam a mofo, a retardado e a ultrapassado.
Capítulos esses, que já tresandam a mofo, a retardado e a ultrapassado.
Há medalhas, que nos ficam penduradas ao peito, durante tempos infindáveis que incomodam e pesam.
Medalhas essas, que já não fazem sentido, já não combinam e já não interagem com a nossa realidade.
Medalhas essas, que já não fazem sentido, já não combinam e já não interagem com a nossa realidade.
Há sonhos, que persistem em surgir, e nos fazem continuar na esperança tola, de que tudo vai ficar bem.
Sonhos esses, que só nos prejudicam, nos esmagam e nos desfazem em mil pedaços, consecutivamente.
Sonhos esses, que só nos prejudicam, nos esmagam e nos desfazem em mil pedaços, consecutivamente.
Há mulheres como eu, que vivem na ilusão, que um dia foram importantes mesmo sabendo que nunca o foram.
Mulher esta, que me envergonha, me entristece e me deixa descrente, deste mundo que nunca me pertencerá.
Coelha*
Mulher esta, que me envergonha, me entristece e me deixa descrente, deste mundo que nunca me pertencerá.
Coelha*
Rasurado em
Manias,
Vida
em
22:06
por
Coelha

Histeria do meu perfume!
Coelha*

O meu perfume, o que não troco por nada deste mundo!
Ora bem… Agora até troco, porque já acabou, mas vou comprar um novo o mais depressa possível.
Coelha sem Chance, é como salada de tomate sem orégãos. Não é a mesma coisa!
Desde que o comprei pela primeira vez, fiquei rendida, e desde aí mais nenhum perfume ocupou a minha preferência.
Quando sentirem este aroma forte, e hipnotizante, olhem bem à vossa volta, porque posso ser eu que passei para vos dizer um olá… Ou então, é porque é outra porca qualquer que tem tão bom gosto como eu!
Ora bem… Agora até troco, porque já acabou, mas vou comprar um novo o mais depressa possível.
Coelha sem Chance, é como salada de tomate sem orégãos. Não é a mesma coisa!
Desde que o comprei pela primeira vez, fiquei rendida, e desde aí mais nenhum perfume ocupou a minha preferência.
Quando sentirem este aroma forte, e hipnotizante, olhem bem à vossa volta, porque posso ser eu que passei para vos dizer um olá… Ou então, é porque é outra porca qualquer que tem tão bom gosto como eu!
Histeria do meu perfume!
Coelha*
Rasurado em
Felicidade,
Quotidiano,
Vida
em
21:36
por
Coelha

Coelha*

Hoje é noite de lua cheia ou vi mal?
Estas noites fascinam-me…
Não sei bem porquê, mas gosto de olhar para a lua e revelar-lhe os meus desejos e sonhos mais íntimos, aqueles que não consigo revelar a ninguém…
Faço-o sempre na esperança, que nesse momento, outra pessoa esteja a olhar para a lua e a sentir o que revelo. E não sinto medo das cobranças ou críticas.
Hoje sinto-me especialmente bem e feliz!
E não sei porquê… Pois não tenho novidades bombásticas na minha vida, ou acontecimentos positivos. A única coisa positiva e especial do meu dia, é que aprendi a saboreá-lo na sua simplicidade. Amo a vida, e só quero estar viva por muito e muito tempo para aprender a dar cada vez mais valor aos momentos em que estou só e ao silêncio.
Histeria do meu quotidiano
Estas noites fascinam-me…
Não sei bem porquê, mas gosto de olhar para a lua e revelar-lhe os meus desejos e sonhos mais íntimos, aqueles que não consigo revelar a ninguém…
Faço-o sempre na esperança, que nesse momento, outra pessoa esteja a olhar para a lua e a sentir o que revelo. E não sinto medo das cobranças ou críticas.
Hoje sinto-me especialmente bem e feliz!
E não sei porquê… Pois não tenho novidades bombásticas na minha vida, ou acontecimentos positivos. A única coisa positiva e especial do meu dia, é que aprendi a saboreá-lo na sua simplicidade. Amo a vida, e só quero estar viva por muito e muito tempo para aprender a dar cada vez mais valor aos momentos em que estou só e ao silêncio.
Histeria do meu quotidiano
Coelha*
Rasurado em
Música,
Sentimentos,
Vida
em
21:21
por
Coelha
Coldplay, a banda da minha vida!
Músicas que apareceram em momentos de amor, em momentos de amizade, em momentos de tristeza, momentos de pura felicidade e histeria…
Cada fase importante da minha vida, lembro-a com uma música dos Coldplay.
Não hei-de morrer (assim eu espero) sem os ver ao vivo!
A voz do vocalista, os arranjos musicais que me movem…
Sem dúvida, a minha banda de eleição!
Histeria musical
Coelha*
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