Alguém me explica, porque razão, o CABRÃO do blogger, me anda a tramar a vida?
Eu sou uma gaja perfeccionista. Sou o tipo de gaja, que acredita que é perfeita em tudo que faz, e onde os outros metem a mão, só serve para estragar.
E não gosto, de ver cada post com um tipo de letra diferente. Não é assimétrico entendem? Visualmente agride-me!
E não é, que de repente, abri aqui o meu canto, e tenho posts com tipos de letra diferentes e não consigo mudar?
O blogger, que se ponha a brincar muito comigo que eu mudo de poiso com uma pinta nunca antes vista.

Coelha*

Alguém diz ao pessoal, que constitui o meu grupo de amigos, para combinarem tudo!, entre eles e depois só me comunicarem o que ficou decidido?
É que tudo, me diz a mim, o que quer ou não fazer. E eu?, como não tenho poderes mágicos para conseguir agradar gregos e troianos... fica sempre alguém amuado comigo, como se fosse eu, que tivesse obrigatoriamente que decidir o destino.
Gente, eu vou para qualquer lado, desde que dê para me divertir, rir e passar bons momentos, eu vou! Ahhh, e desde que tenha dinheiro que me permita dizer que sim.

Decidam-se sim? Não me peçam para ser eu a decidir, porque torna-se cansativo.

Histeria das saídas

Coelha*

O começo das férias, têm sido dedicadas a passar algum tempo com aqueles, com quem não consigo estar, com muita frequência. A questão incessante que se tem dado, e que já se dá há aproximadamente dois anos, é a seguinte “E de amores? Como é que isso anda?”.

Isto dantes?, irritava-me… Agora?, dá-me vontade de rir. É normal que esta questão se dê, porque na verdade, está tudo comprometido, e bem comprometido, e aos olhos destes, já começa a ser estranho a Coelha não arranjar ninguém.


“Será que descobriu que é lésbica?”

“Será que anda com um gajo que não devia, e não o apresenta?”


Faço ideia, a quantidade de estigmas, que já devem andar a rolar nas conversas de café.

Um gajo sem compromisso é um doidivanas saudável. Uma gaja sem compromisso, é uma frígida, que não deve gostar de sexo (isto, se não andar aí em público, com este e com aquele, conforme o que combinar mais com a situação).


Vou acabar com algumas dúvidas…

  • Não sou lésbica. Gosto bem de homens, então, se houver atracção física! Uh, Uh, Uh. “Ah e tal, a atracção física não é o mais importante”. Nããão, acreditem mesmo nisso! Eu sou muito física! Pode ser muito inteligente, querido e simpático, mas se eu olhar para ele, e não tiver uma vontade selvagem de o ferrar, esqueçam desde logo, porque não vale a pena insistir no assunto. Mas se também me puserem um gajo à frente, que me deixe louca, mas que abra a boca e eu fique incomodada com a burrice cerebral, não há atracção física que nos safe… para nada!

Conclusão deste item?, é de que tem de haver um misto de tudo.

  • Não tenho nenhum caso “Proibido”. Aqueles do tipo com um gajo casado, com sete filhos, dez netos, uma bisneta e uma conta choruda.

Prometo meus amigos, que se tal acontecer, eu não vou conseguir manter o sigilo. Por pura amizade! Acreditem nisso!

  • Se sou frígida e se gosto ou não de sexo? Isto já é uma questão perigosa, que pode dar asas a bolinha vermelha no canto superior direito. E como não quero, ferir os mais pudicos, a resposta vai ficar na imaginação de cada um… Pode ser?

Isto de ser uma Coelha solteira é complicado, dá conversa para dar e vender. E para questionários? Tenho ali duas pastas, cheiinhas deles. Já prometi, que entrego para o próximo ano.


Histeria da coscuvilhice


Coelha*


António Feio
(1954-2010)


A minha vida dava um filme… mas dava mesmo!

Ora aqui estava eu na minha vida, de gaja que nem coragem tem, de matar uma mosca (não é que vontade não faltasse, mas o nojo é tanto, que não permite tal gesto maquiavélico), de gaja que não maltrata ninguém (só se não puder), que é amiga do seu amigo (mas não queiram vir para a lista de inimigos), e não é, que vejo o meu rico bicho telefónico a tocar “Privado? Bem, deixa-me atender”. Do outro lado, uma voz de um homem, que diga-se de passagem bem interessante e não parecia nada rude “Oh Coelha queres ver que é um gajo em condições?”. Fico eu cheia de expectativa, expectativa essa, de pouca dura…

Desconhecido: “Boa noite menina!”
Coelha: “Sim… Boa noite…”
Desc. : “Para ser sincero, não faço a mínima ideia para quem estou a ligar. Marquei este número à sorte, porque me encontro num momento de raiva deitado na minha cama. Preciso de maltratar alguém, entendes? Era só para dizer, para ires para a GRANDE PUTA QUE TE PARIU!”

Desatei-me a rir como uma perdida. Mal me insulta desliga logo o telefone, para não me dar asas a retorno nos insultos.
Isto é para ti que ninguém nos ouve… Tu também deves ser um CABRÃO, daqueles FILHOS DA PUTA, mas apesar disso, obrigadinha, porque puseste-me a rir.

Histeria da risota

Coelha*

Preciso de uma lufada de ar fresco na minha vida…
Espero que daqui para a frente tudo mude, que o sentido seja outro, e que não haja mais reencontro possível com o que passou.

Coelha*



Pequenada da Histeria? Estou o-fi-ci-al-men-te de férias!


Que bom! Não era sem tempo, é que eu?, acredito piamente que mereço assim mesmo muito!
Um mês de férias… Ao pensar no assunto, bem no começo das mesmas, ficamos com a ideia que é bastante. Mas a verdade é que para mim, sabe-me a pouco. “Ai Coelha, ainda te queixas? Há quem não tenha nada!”. Já sei, já sei… Não me atirem já com toda a pedra da calçada portuguesa. Mas que culpa tenho eu, se não tenho jeito para hipócrita? Um mês sabe a pouco e pronto! Não posso fazer nada.


Ainda me lembro daqueles tempos, em que não me preocupava com o pêlo das pernas (porque não o tinha, mas sonhava ter! A prova como a estupidez existe, em quantidades mais concentradas na infância), e que passava aqueles loongos três meses (aproximadamente), numa casa de férias junto à praia com os meus avós. A minha mãe querida, passava lá o fim-de-semana. No início da temporada, sentia-me uma felizarda por poder ir para a praia todos os dias, com a minha imensidão de baldes, pás, formas e um montão de tralha, que eu trazia numa mochila transparente sempre às costas.
Mas passado umas duas ou três semanas, quando via a minha mãe chegar só sabia perguntar “Falta muito para começar as aulas? Já tenho saudades de brincar com os meus amigos…”.
Aquilo tornava-se numa canseira torturante, e aqueles três meses, sabiam-me a longos anos de vida.


Lembro-me perfeitamente de uns miúdos, de outra casa de férias em frente à nossa, que de vez em quando, me vinham fazer companhia ao nosso jardim. Mas na verdade, não era por pura amizade, mas sim para se aproveitarem da minha bicicleta XPTO, que o meu Papi Coelho me tinha oferecido. Sentia-me injustiçada, com aquelas amizades de verão forjadas. Eram todos mais velhos que eu, e eu não tinha a liberdade dos mesmos, logo, só me restava deixá-los invadir a nossa propriedade, para andarem a dar umas curvas na minha super bicicleta amarela florescente.
Agora vejo, como era tola, ao achar que era demasiado tempo de férias. Hoje eu acredito, que nunca são demais. Aliás!, começo a acreditar, que eu não vim ao mundo, para mais nada a não ser tirar férias!
É assim que eu me sinto uma gaja porreira. Se tivesse muito dinheirinho na conta, não me faltariam roteiros turísticos. E eu mostrava-vos a canseira que era andar de férias. Uh Uh Uh!
Deixando os delírios de lado, só me resta tentar aproveitar ao máximo este mesinho, que tão bem me vai fazer à mente.

Histeria da liberdade do acordar tarde e tarde erguer, que me vai dar uma saúde que nem queiram saber!

Coelha*

Mais um dia de praia. Soube muito bem, o que já é normal. Mas tornei a apanhar um escaldão daqueles!
Estou com as costinhas feitas numa chama ardente e o meu rico rabo também! Que mal fiz eu ao sol? Esse traidor nunca quis nada comigo e este ano é que se lembrou de me afectar?
Estou com vontade de lhe arrebentar o nariz!
Ontem lá fui eu com este livrinho para a praia, para tornar a tarde mais produtiva. Já o tenho há bastante tempo, o meu Papi Coelho diz que é óptimo, mas a minha lista de espera de livros está lotadíssima e tem sido difícil. E mais uma vez, foi, porque os meus companheiros de praia, levaram-me para os jogos de cartas e lá se foi a leitura. Pouco li. Mas tentei!

Histeria do rescaldo

Coelha*





E neste fim-de-semana, por aqui?, andava-se assim…


Estou ligadíssima a este meu casaquinho de ganga, que tem menos anos que eu, mas poucos!, e que sempre guardei com muito carinho. Na verdade eu sempre gostei dele. E agora voltou-se a usar, e eu adoro usá-lo.

Esta minha carteirinha, foi um pequeno luxo que a minha mamã me ofereceu, depois de uma hora de almoço, cheia de cansaço. Ora lá está, alinhou logo na brincadeira, para não perder muito tempo a dizer-me que era melhor não. Uma querida, eu sei.


E pronto, é isto. Sou uma Coelha satisfeita com os seus trapinhos.



Histeria da vestimenta



Coelha*



Gostei de ver a entrevista! Clap, Clap, Clap, Clap!
Parabéns Daniela Ruah estiveste muitíssimo bem!

Histeria Internacionalmente Tuga

Coelha*

Pois é… Parece que até provocas um nervosismo miudinho em mim.
Pronto, admito! Contente?
Ai esta minha cabeça…

Coelha*





E pronto, ontem por aqui andava-se assim…
Hoje ainda vou ver como é que se vai andar!
Que bom é acordar tarde e ter tempo para tudo... É óptimo! Vou almoçar e já venho…

Histeria Histérica

Coelha*

Agora apetece-me falar de uma matéria controversa – Religião!

Por defeito, somos todos católicos ou então não somos nada (ateus). Pensava eu, até à algum tempo atrás. Eu sou católica, filha de mãe católica e pai semi-católico (devido a sua educação religiosa) e semi-ateu, avós, tias… toda a gente está ligada a religião católica ou não está ligada a nada. E sempre vivi a acreditar nisto.
Estudei sempre com miúdos/as católicos (pensava eu), porque todos andaram comigo na catequese e fizeram a primeira comunhão comigo, não houve ninguém que não fosse “Sicraninho, não pode vir porque é da religião X, Y ou Z”, não conheci nenhum caso.
Mas hoje, vejo que as coisas não são bem assim. E eu?, respeito as crenças de toda a gente. Às vezes tenho a ideia que as pessoas que são de outra religião, que não seja católica, têm algum pudor em falar do assunto, e normalmente só se descobre este pormenor (insignificante a meu ver), depois de alguma discussão ateada sobre algum assunto ligado a esta temática.
Interesso-me por saber mais, tenho uma mente aberta, e aceito bem os outros e as suas escolhas.
Se sou menina de ir à igreja e bater no peito “Meu Deus, Meu Deus”? Não sou, confesso. Digamos que sou uma católica não praticante, no que diz respeito aos cultos (este não praticante é ferozmente criticado por outras religiões). Mas avaliemos bem o assunto.


Há o não praticante, que é católico, porque sim. Ou seja, é católico para poder casar na igreja, para poder ir a casamentos e ser padrinho de alguém, para poder fazer uma festa de baptizado de um filho… E coisas assim. Mas também há, o não praticante (como eu), que simplesmente não vai à igreja. Mas que abre a bíblia, para tentar encontrar sabedoria para agir em determinadas situações. Que reza e pede pelos seus e todos que ama, inclusive, por todos que sofrem no mundo, e que abrem a boca para falar de Deus como sinónimo de amor. Porque no fundo, esta figura foi-me incutida assim.

Os meus ensinamentos religiosos são-me dados pela minha avó materna, que é sem dúvida uma estrela neste mundo cinzento. Porque tem sempre uma palavra dócil, e um ensinamento… positivo! Sempre positivo! Nunca me disse “Nunca faças isso, nunca!, senão o papão vai-te comer!”.
Não aponta o dedo a ninguém! E isto para mim, é crucial numa religião, ou melhor, numa civilização!… Como toda a gente já ouviu falar, daquela situação do “Quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra.”. Ora eu acredito que se assim pensássemos, todos!, viveríamos num mundo bem melhor.

Os valores são-nos incutidos (concordo plenamente com isso), mas depois temos de gerir a nossa vida. Não podemos ter sempre alguém que meta o dedo no nosso jogo. Se Deus existe como eu acredito!, acho que não deve querer que um pecador, aponte o dedo a outro, com a simples desculpa, que se baseia nas palavras de Deus.
Vejo a bíblia, e todas as palavras e ensinamentos que esta contém, como valores e reflexões. Não podemos seguir à letra tudo que lá diz. A meu ver, aquilo são parábolas, que têm como finalidade, fazer com que, quem as lê, tire algum ensinamento positivo para si próprio.

O que também me irrita nas religiões, é basearem-se noutras, criticando-as para conseguirem atrair mais fiéis. Acho feio. E também acho feio, as pessoas seguirem isto como um bando de carneirinhos, sem poderem opor em nada que lhes é dito, sem poderem pensar, reflectir por si, deixando que as suas vidas sejam condicionadas pelas teias que os homens criaram. Porque acredito piamente, que não é isto que Deus nos quis transmitir.
Não acredito em instituições. Na igreja, nos padres, nos Papas, nos anciões, nos sacerdotes… Acredito nas pessoas, no ser superior, na consciência de cada um, e no poder que nos foi dado de podermos ser nós próprios a direccionar as nossas vidas.

Desculpem este discurso maçador. Mas há certas e determinadas coisas que me transcendem. Custa-me a querer que pessoas inteligentes optem pelo fanatismo, pelos seus mundos fechados, olhando de esguelha para tudo que transcende os muros das suas crenças.
Eu tenho liberdade, para entrar onde me apetece, de ouvir várias coisas, de aprender com a vida.
Eu até tive a liberdade de adoptar uma religião ou não adoptar. E adoptar a que quisesse. Nem eu nem os meus irmãos fomos baptizados. Eu optei por ser, já crescida, com 8 ou 9 anos, porque eu quis. Já os meus irmãos não o são, porque são ateus e não faria sentido. Tivemos liberdade de escolha. Tive uns pais que acharam que não seria correcto impor-me uma crença.
Se fui condicionada a? Naturalmente, até pelo facto da minha infância estar ligada à convivência com a minha avó, que tanto me falava destas coisas. Mas se alguma vez ouvi, algum incentivo a seguir alguma coisa?, não ouvi. Fui eu que quis. Achei que devia ir para a catequese como todos os miúdos, e depois achei que me deveria baptizar.

E pronto, acho melhor ficar por aqui. Há coisas indiscutíveis. E quem sou eu para julgar? Ninguém. Mas também não gosto de ouvir julgamentos impensados e que nem foram repensados. São puros julgamentos repassados entre gerações, sem serem discutidos, porque se é assim, é e pronto. Aliás, nem há possível discussão.

Porquê que isto é verde? Porque sim. Acho parvo.

Opinei. Também tenho direito… ou não?

Histeria religiosa

Coelha*

Hoje eu sonhei…

Calcei os meus sapatos, vesti com cuidado o meu saiote dos sonhos, estiquei as mãos ao céu e entreguei-lhe o meu coração. Estiquei também os pés, apoiando o meu peso todo nas minhas pontas e dei os meus primeiros paços de danças. Fui ganhando elasticidade de novo e todo o meu dom floresceu no meu corpo. Dancei sobre as nuvens fofas e suaves, com todos os meus pensamentos. Pensamentos de amor e sofrimento.
Dei conta que me observavas. Com um olhar calmo e paciente. Pedi-te prontamente para dançares comigo, mas recusas-te articulando um não mudo. Foste-te aproximando sem tirares os olhos de mim. Fiquei imóvel sem entender o porquê de me observares daquela forma. Aproximaste-te com o braço estendido e com a mão bem aberta perante a minha face. Fechei os olhos para não visualizar mais nada. Desenhaste a minha fisionomia com os dedos. Encostaste os teus lábios ao de leve no meu ouvido e sussurraste “Para mim sempre serás perfeita!”. Essas palavras que já tinham sido ditas por ti, gelaram-me o corpo, fazendo com que a capa de cera que me cobria toda a pele, estalasse e começasse a quebrar-se aos poucos, à medida que a tua voz ia percorrendo todos os meus fantasmas. Toda aquela minha capa de medos, que me imobilizava perante ti, caiu. Descolou de mim por completo. Voltando assim ao meu eu. A pessoa que ainda conseguias ver em mim.
Abraçaste-me, puxando-me para o alto das minhas vontades. Rodaste o teu corpo com o meu, num círculo vicioso, apertando-me com mais força. Beijaste-me os lábios. Quebraste-me o gelo. Os meus olhos de vidro voltaram a ganhar vida, derramando assim, aquela lágrima de esperança que renovou de novo aquele amor. Apagou por completo tudo do passado. Como se habitássemos assim, num mundo novo.

Coelha*

Olhem só o que eu fui encontrar no Wikipédia!


(Vou transcrever, mas com correcções minhas, porque aquilo é um poço de erros)

A histeria feminina era uma condição diagnosticada na medicina ocidental, até meados do século XIX. Haviam vários sintomas, que incluíam desfalecimentos, insónias, retenção de fluidos, peso abdominal, espasmos musculares, respiração entrecortada, irritabilidade, perda de apetite e “tendência a causar problemas”.
As pacientes diagnosticadas com histeria feminina, deviam receber um tratamento conhecido como “masaje pélvico” – estimulação manual dos genitais da mulher pelo doutor até chegar ao orgasmo - que no contexto da época se denominava “paroxismo histérico” ao considerar o desejo sexual reprimido das mulheres, uma doença.”


Mais tarde vieram aqueles brinquedos giros, que dá para trazer sempre connosco (connosco como quem diz, ainda não adquiri nenhum)…
Será que eu também estou a necessitar de uma massagem? É que realmente há dias que ninguém me aguenta…

P.S: Este blogue, é um blogue de família, por isso o nome deste espaço não foi escolhido, tendo eu como referencia esta realidade triste…

Histeria da descoberta

Coelha*

Drogaram-me!

Venho nas viagens do metro, inteirinhas!, a dormir. Chego a casa e durmo a tarde toda, e já tenho sono outra vez? Mas que é isto?
Sinto-me pedrada, só tenho sono. Não me apetece fazer nada, sinto o cérebro completamente parado!
Ao menos, ao fim da tarde, ainda consegui fazer um pouco de exercício. Vá lá!

Histeria da moleza

Coelha*

Oh belezas, belezas? Ora tentem lá agora, seleccionar os meus textinhos e fazer copy/paste…
Vamos todos tentar?

Um, dois... três!

Botão esquerdo do rato, arrastamos com o bicho até ao ponto que queremos copiar, depois é só carregar no botão direito do animal… e? O que acontece?

“Puxa, será que o rato deixou de funcionar?”

Vamos lá tentar outra vez… Começamos com o processo criativo de novo (o de seleccionar o que os outros escrevem para se copiar), e quando chega à parte do botãozinho do lado direito para clicar no Copiar… ãh? O que está a acontecer? Não dá mesmo!
Olha que chatice! Este blogue perdeu a piada para muitos… Vamos apostar?
Uahahahaha, Uahahaha eu sou assim… malvadaaaa!

Histeria da vingança

Coelha*

A noite de ontem foi super divertida, sim foi. Ri-me imenso, também é verdade. Ter de vir para casa, com um gajo pobre de bêbado, e ter de vir agarrada ao volante para não cairmos os dois com o carro ao rio, também foi bonito... ou não!
Mas estou com uma porcaria de uma dor de cabeça que nem queiram saber. E eu não bebi muito, nem alterada fiquei, e até dormi muito bem… Não entendo, já não aguento estas maluqueiras.
E estou com uma enxaqueca a martelar-me o cérebro, que nem é bom!

Vou-me ligar às máquinas, não me vá eu lembrar, de deixar de respirar.
Mais logo faço-vos uma visitinha, porque agora?, vou roncar.

Histeria das constatações

Coelha*

Acabar uma noite de gajas, numa roulotte foleira, a comer um hambúrguer… é do melhor!
E acabo esta noite, com um lema a ser seguido “Só faz falta quem cá está!”. E é bem verdade… Quem não está que passe a vez, que não há necessidade de haver chatices. Fartinha, fartinha de gente cocó que passa a viva com MIMI’s e TITI’s, sempre a ranhosar e a faltarem-me como as notas de 500€!

Pronto, ficou o desabafo confuso. Vou mas é dormir, que o dia amanhã vai ser longíssimo e cansativíssimo!

Boa noite meus queridos e queridas do meu coração!

Histeria calórica/da amizade

Coelha*

Não há pessoas insubstituíveis. Essa é a mais pura das verdades. Mas o que é verdade também, é que há pessoas que apesar de não serem insubstituíveis, são inigualáveis na forma como lidam connosco, ou simplesmente porque sim. Há ligação e pronto, e então sente-se o encaixe de uma forma diferente. E é impossíveis, não compararmos as pessoas.

Sou um ser histérico, e resmungão. Tudo me mexe com o sistema nervoso. Há quem diga que as mulheres Carneiro são todas assim. Ponho tudo a girar à minha volta, com força se assim for necessário. Falo e falo e tenho o dom da argumentação infalível. Se acredito numa coisa, luto por ela até ao fim, e ai de quem!, se atravesse no meu caminho. Sou complicada, dura e por vezes um pouco inflexível. Mas no fundo não passo de um coração mole. Se me falarem com calma, eu derroto-me toda. Mas se por contrário, me confrontarem com um tom de voz alto e agressivo, eu retribuo na agressividade em doses múltiplas.

E isto para dizer o quê? Que às vezes, apesar de eu saber que sou terrível (sei-o de fonte segura) sei também que sou uma óptima pessoa. Não digo não a quem precisa, estou sempre pronta para ajudar, preocupo-me sinceramente com todos que me rodeiam…
E na verdade? Sou o ser mais doce no mundo, se do outro lado me tratarem como tal. Não há muitas pessoas assim, que são calmas e que nos transmitem paz.
Mas conheço algumas. Que até posso estar com vontade de pegar fogo a tudo que está à minha volta, mas com uma simples palavra e um sorriso, todo o cenário vermelho desaparece, tudo fica claro e calmo.

Há pessoas compatíveis, que nos trazem equilíbrio. E as pessoas que me equilibram são as opostas a mim. As mais racionais e mais calmas. E eu acredito, que também possa ser uma mais valia para essas pessoas, porque sou irreverente, cheia de energia e a racionalidade para mim, nem sempre é o limite.
Adoro pessoas empreendedoras, e que fazem planos para o futuro. Não gosto das pessoas que vivem de mais, no dia de hoje e o amanhã logo se vê.

E já que falei no meu signo, procurei na internet a ver o que dizia mesmo sobre Carneiros, e é sem dúvida, o meu auto-retrato.

Carneiro:
Com os nativos de Carneiro e os que o têm com ascendente, a primeira impressão é a de uma pessoa egocêntrica e de um signo independente, assertivo e impulsivo.

Os Carneiros não perdem tempo e quando tomam uma decisão, agem sobre ela de forma habitualmente rápida.

Apesar de governados por Marte e bastante temperamentais, a fúria é passageira e são em regra acolhedores e inspiradores. Apresentam qualidades como a coragem e lealdade mas também a impaciência e têm um forte sentido de individualidade.
Atraem e realçam estas qualidades também nos outros e o dia de um nativo de Carneiro começa normalmente com um entusiástico estrondo. Aparentam uma certa ingenuidade, por confiarem e acreditarem que os outros são tão directos e honestos como eles.

Histeria minha

Coelha*

Hoje tive um sonho…


Acordei transpirada, sobressaltada por todo aquele turbilhão de inquietações, inconstâncias e incertezas… Parecia que estava sem chão. Tive necessidade de abrir as pálpebras o mais rápido possível, para enxergar tudo que não fosse, o que eu vi naquele sonho. O coração saltitava como se não houvesse atrito que o acalmasse. Fechei com força os olhos. Vi uma luz como sinal que estava viva, e fiquei na incerteza se tudo aquilo seria mesmo real. De repente, o barulho da minha respiração parou, com a voz rouca e lenta daquele que me abraçava “Shuuu, foi só um sonho. Eu sempre estive aqui, e sempre estarei. Dorme meu amor.”. Trancou-me as pernas com as suas, pesadas e fortes. Fiquei imóvel, mas contente por ali estares. Arrastaste-me lentamente os cabelos da nuca, enquanto comecei a sentir a tua respiração quente cada vez mais perto. Beijaste-me os cabelos e um dos lóbulos. Um arrepio doce e calmante percorreu-me o corpo, como se o adormecesse lentamente. Cheguei o meu corpo, ainda mais para o teu. E assim, adormecemos os dois.

Depois acordei…

Coelha*



Dizei-me meus companheiros cibernautas, o que achais destas beldades que me levaram à falência hoje?
Eu prometo, que não torno a gastar dinheirinho em coisas supérfluas. Mas estes miraram-me, fizeram-me o fadinho com o seu saldo, deram-me a volta aos miolos fazendo-me acreditar, que eu seria uma Coelha bem mais realizada com eles nos meus pés, falaram-me em lugares distantes que eu poderia alcançar com eles calçados…
E depois deu nesta merda, Banca Rota! Este mês, não posso mais comprar coisas giras para mim, porque já abusei demais na conta.

Valeu a pena? O que achais?

Histérica com a Haity

Coelha*
(Clicar na imagem, para ver mais de perto)


Esta também merece ser partilhada convosco, porque tanto vos estimo... Não é verdade?
Mandaram-me este e-mail, e eu fiquei-me a rir. Às vezes, custa a acreditar.

Foi penhorado a um indivíduo 1/6 do vencimento. O executado, alegando dificuldades várias, requereu isenção.O Tribunal resolveu mostrar-se sensível aos argumentos do executado e... reduziu a penhora de 1/6 para... 1/5 !!!

Estas matemáticas... Ai ai!


Histeria pouco Histérica


Coelha*
E por falar em pezinhos e contos de fadas nos pés e tudo e tudo e tudo.
Vou-vos mostrar o que comprei hoje. Umas coisas lindas que me deixaram esta cabeça histérica de sentimentos felizes e doces.
Digam-me o que pensam destes dois pares amorosos, que me fizeram uma cantada daquelas!, que me puseram logo K.O, assim num abrir e fechar de olhos.


Estes verdinhos, ficam mesmo bem no vestidinho, não ficam?



E os pretos são aqueles que ficam sempre bem!

Histeria do consumismo exacerbado

Coelha*



Gosto tanto destes meus chinelinhos fashions, que eu comprei com tanto amor, e que me fazem sentir uma Coelha especial. E não é, que estes malandros, esquartejaram-me os pés? É pura maldade para comigo.
Logo eu, que tanto sonhei com eles, depois de os ter visto e lhes ter resistido. Empenhei o meu anel de rubi, e tudo!, que me foi dado num sonho que tive num Sábado à noite, mais Domingo de manhã, depois de uma valente borracheira... e acontece-me isto? Pés esquartejados, feitos num oito?
É maldade meus amigos, acreditem… é!

Histeria da desilusão

Coelha*

Às vezes tenho vontade de abraçar-te. Ficar agarrada a ti, para sempre! E viver contigo, tudo que paira na minha cabeça…


Coelha*

E pronto, mais uma vez fantástico. Tanto ele como ela. Gostei!

Coelha*

Eu sei, eu sei, que não devia. Mas esta, é mesmo digna de ser partilhada…

"Ó inginheiro...como se mede os pilares à escala 1/175? Esta escala é de Marrocos...num será melhor pedir um esclarecimento ao Dono de Obra?".

Coelha*

Amo a minha cidade. E digo-o vezes sem fim. Sinto-me bem a corrê-la de lés-a-lés. A descobrir todos os seus encantos ocultos.
Fico triste comigo, quando falo com um não portuenses, que me fala em sítios que eu própria não conheço. Hoje, andei por lugares maravilhosos, a ver o sol no alto, até às nove da noite. Um clima tipicamente tropical, que já não se fazia sentir, há bastante tempo.
Gostei de parar e observar uma família simples, da mais portuguesa possível, com uma toalha e a merenda, no meio de uma praia fluvial, com a vista mais maravilhosa do mundo como cenário.
No relógio marcavam aproximadamente umas 20:00H. Os miúdos corriam pela areia, enquanto o pai pescava e a mãe se banhava naquela água estranhamente calma. Tive vontade de sorrir, e de me sentir triste por nunca ter feito aquilo antes.
Às vezes faz bem deixar a rotina. Deixar tudo para trás e meter o pé no chão. Deixar as ideias, as convicções e as contas de cabeça de lado. Mesmo nos sítios menos convencionais. É bom tentar entender certos detalhes da vida daqueles que em nada se assemelham connosco. Tive vontade de fechar os olhos e guardar aquela imagem para sempre viva na minha cabeça. Tive vontade de ser eu a mãe daqueles miúdos. E de ter a vontade de acabar sempre assim, estes excelentes fins de tarde.
Gostei do misturar de sensações, visões, sonhos, idealizações, frenesins, odores, sabores e pensamentos.
Gostei de me ver naquele postal. Tudo isto me fez ter vontade de abraçar esta terra, que é detentora de tudo que eu sou e que pretendo ser… um dia.

Ainda tenho o cheiro na minha pele, daquela praia. O cheiro daquela gente. O cheiro da minha cidade. O cheiro do que mais amo na vida. Que é aquilo que posso ver de novo e tudo que isso me pode fazer sentir. Que por norma? Me faz sentir, inexplicavelmente viva!

Histeria do meu coração

Coelha*

Há uma certa pessoa, que todos os dias me mira. E incomoda-me. Deixa-me assim a sentir-me parva. Irrita-me vá… Deixa-me desconfortável, assim de uma forma que não me agrada lá muito…

Resumindo, não dá para explicar…

Histeria da confusão feminina

Coelha*

Então o nosso Cristiano Ronaldo é pai? E apresenta a notícia, não querendo nos dizer quem é a progenitora, como se a cria fosse produção individual? Quanto dinheirinho, ele deu à mamã do seu rebento para pô-la afónica?

Ai Cris, Cris, não me digas que queres ser o Michael Jackson do futebol.
Ora se esta história se desse no mundo real, que é o nosso, o seu casamento com a bela da Irina estaria à beira de um precipício. Mas como estamos a falar do nosso Cris Ronaldo, que apesar de brejeiro, tem uma conta bancária, que ai Jesus!, tudo fica igual. Como se um filho sem progenitora caído do céu, fosse como um cano de esgoto arrebentado. Concerta-se, limpa-se a sujidade e está tudo resolvido.

É assim mesmo, és um exemplo a seguir.

Histeria da paternidade

Coelha*

Peço desculpa pela linguagem que vou utilizar no parágrafo abaixo.


Fico verdadeiramente fodida (leram bem), FODIDA!, por saber que vêm copiar as merdas que eu escrevo.
E pá, já disse isto aqui uma vez, as pessoas não têm personalidade, só sabem copiar os outros. E quando digo copiar, é copiar literalmente e textualmente.
Às vezes ando em blogues que são autênticos plágios uns dos outros. Assuntos iguais, maneiras de escrever iguais, até a imagem dos espaços é idêntica. Para piorar (se ainda parecia impossível), até usam expressões iguais!
Fico descrente deste povo português. Vocês deviam olhar para mim (não sendo exemplo em grande coisa), desde quando é que eu escrevo bem? Desde nunca. Mas o que escrevo, sai desta cachola que Deus me deu. Bem ou mal, tudo que escrevo está relacionado comigo e com a minha forma de ver as coisas.
Faço-o porque me sabe bem, e não para provar alguma coisa.
Ao menos copiem textos de grandes senhores/as da escrita, que escrevam verdadeiros artigos jornalísticos. E não por mim, que só escrevo coisas relacionadas COMIGO mesma, entendem?


E pronto, fico fodida. E se digo que fico fodida, fico mesmo, mesmo fodida!
Vou ter de pôr aqui um truquezinho, que não permite o copy/paste, que eu sei que é possível.
Vai ter que ser, porque eu não gosto de ser fodida sem a minha especial autorização. Pois é, eu sou assim… Fodida!

Histeria
do rachar crânios

Coelha*

E por falar em amizades. Sempre que fazemos uma saída só de gajas, conversamos bastante, e discutimos várias questões das nossas vidas. Questões particulares de cada uma, opinando sobre os assuntos até à exaustão.
E quando toca a falarmos de mim?, a história vai sempre parar ao mesmo. Então, elas tentam descodificar certas atitudes que eu tenho relativamente a certas pessoas e vice-versa.
Falam-me da vida de uma forma apaixonante, e das minhas próprias histórias como se fossem matéria para um verdadeiro romance.
Prevêem finais felizes, histórias de príncipes, lutas pela vida, romantismo e muito amor, suores apaixonantes e sentimentos camuflados pelo tempo, que no futuro se demonstram mais fortes e vigorosos.
Às vezes pouso a cabeça sobre as mãos e riu imenso com aquilo, e acho piada, visualizarem assim, o que conhecem das minhas próprias histórias.
Mas a verdade, e como já lhes disse, por norma tentamos entender a vida da forma que mais nos convém. Da forma mais bela e mais perfeita de acordo com o que acreditamos. Tentamos ver o positivismo das coisas que acontecem, procurando um sinal nas acções dos outros de acordo com as nossas vontades. Mas depois se pensarmos friamente nas coisas, vemos que há situações que acontecem porque sim. Não há nada para descodificar ou tentar entender. Acontecem e pronto. Não podemos passar a vida a tentar entender cada passo dos outros relativamente a nós e cada acontecimento da vida. Os chamados “sinais”.
As coisas acontecem, e se não há nada para além do visível das atitudes dos outros ou dos acontecimentos, não podemos passar o tempo a tentar entender o que não existe.
Às vezes pensamos demais, quando deveríamos ser mais práticos.

Quem quer estar connosco? Faz por isso, e não vai deixar de estar.
Quem gosta de nós? Diz-nos, e não tenta esconder por isto ou por aquilo.
Não estamos com alguém? É porque não sentimos vontade.
E por aí adiante.

Histeria do pensar demais

Coelha*

Hoje pus-me a pensar nas pessoas que ganhei e perdi na vida.
Quando falo em ganhar e perder, refiro-me àqueles com quem convivo e àqueles que perdi o contacto.
Posso dizer que já ganhei mais do que perdi… em qualidade. É giro pensar na quantidade de gente que já passou pelas nossas vidas, as quais que contemplávamos como amigas para a vida inteira, e que de um momento para o outro, já nem nos lembramos que existem.
Como estas coisas acontecem? As pessoas não seguem os mesmos caminhos. Há vários factores que afastam as pessoas. Como profissionais, estudantis, amorosos, familiares…
E as pessoas perdem-se pelo caminho, esquecem-se umas das outras com o tempo. E quando se encontram?, comportam-se como verdadeiros estranhos.
Isto aconteceu e continua a acontecer com todos nós. Mas isto faz-me pensar, muito sinceramente, que as pessoas que vão ficando são mesmo as verdadeiramente importantes. Aquelas que por um factor inexplicável (ou lá o que é), são compatíveis bem ou mal e precisam de nós tal como nós delas.
Então o tempo passa e ficamos a fazer contas… ao número de pessoas, que partilhou coisas connosco num dia, e no outro se foram. E daquelas que sempre estiveram por perto, bem ao mal.
São os amigos, são aqueles que nos seguem, são aqueles que partilham das mesmas histórias, aqueles que estão sempre por perto sem entendermos o porquê. Esses mesmos que quando estamos sós e descrentes da vida, são os primeiros de quem nos lembramos para chorar, ou para contar a bomba feliz da nossa vida.
Então, eu tenho visto, que ao longo dos anos tenho mesmo limado o meu disco rígido de amizades. Que se tem tornado cada vez mais puro e autêntico.

Tenho sorte, eu sei que tenho.

Histeria
da amizade pura

Coelha*

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